Anoitecer


Hakone (Prefeitura de Kanagawa, Japão), Agosto de 2004

Fotogenia


Lisboa, Jardim Zoológico, Junho de 2012

Gosto de girafas, acho que ficam bem nos retratos, mesmo nos maus.





Ruas da Amadora















De freguesia (do concelho de Oeiras) a município, do azul ao verde, dos azulejos floridos à lápide de estilo funerário. De Agosto de 2011 a Junho de 2012.

Calçada (10)




Lisboa, Jardim Zoológico, Junho de 2012

Alsterbrücken


Feenteichbrücke, Hamburgo (Alemanha), Agosto de 2007

O meu blogue não me deu o mundo, nem fama, nem reconhecimento, mas ainda me há-de dar muito dinheiro. Olarila, que não me livro de ganhar um qualquer concurso televisivo milionário. As coisas que eu tenho aprendido!
Descobri, por estes dias, que a cidade que neste mundo mais pontes tem (qual Veneza, qual Amesterdão) é a livre e hanseática Hamburgo. Quase 2500 pontes! É obra.
Eu bem que podia ter desconfiado, dada a quantidade delas que vislumbrei durante um ameníssimo passeio de barco no Alster (já agora, também podia ter percebido que isto ia dar em colecção, a avaliar pela quantidade delas que fotografei).
Colecção boa das pontes do Alster, há aqui (melhor do que aqui). Já consegui identificar algumas das minhas; com tempo, chegarei a mais.


Langenzugbrücke


Mühlenkampbrücke


Langenzugbrücke


Krugkoppelbrücke


Streekbrücke


U-Bahnbrücke über Alster in Winterhude



Oito novos e dois repetidos


Escoural (Montemor-o-Novo), entrada norte


Escoural (Montemor-o-Novo), entrada sul


Ciborro (Montemor-o-Novo), entrada norte


Ciborro (Montemor-o-Novo), entrada sul


Alcáçovas (Viana do Alentejo)


Caldas de Monchique (Monchique)


Oeiras


Póvoa de Santa Iria (Vila Franca de Xira)

Com a preciosa ajuda da Susana, a colecção acaba de atingir as 76 placas. E de receber uma boa notícia: "percebi que ao longo da Nacional 2, se não há, já houve placas por tudo quanto é terrinha. Se alguém fizer esta estrada, para sul, até Faro, ou para norte, até Chaves, mantenha a pestana bem aberta". Ora, nem mais.
A Susana enviou-me mais duas, de Castro Verde e Ourique, já aqui reproduzidas. Pensei não as utilizar, mas reconsiderei: as repetições são úteis, para ir aferindo o estado de conservação das placas.


Castro Verde


Ourique

Diz ainda a Susana, a propósito de outra placa em Castro Verde, que "soube (...) por um arqueólogo de Almodôvar que (...) «a placa se encontra danificada, pois procederam a obras nas paredes da casa e metade da placa desapareceu com a parte de parede que foi deitada abaixo»". Ora as notícias são animadoras, já que, vão-se os anéis, fiquem-se os dedos, isto só pode querer significar uma melhoria em relação à situação que me foi relatada pelo colega Manuel Campos Vilhena, há cerca de um ano, que a placa de Castro Verde "que era meia, está agora caiada por cima". Afinal, foi-se a cal. Ainda bem.
(Sim, eu sei que é uma inferência abusiva, mas optimista.)

Castelo de Amieira


Amieira do Tejo (Nisa), Outubro de 2011

O Castelo de Amieira, classificado como Monumento Nacional por decreto de 1922, foi construído no século XIV, a mando de Álvaro Gonçalves Pereira.





Não tem vistas fabulosas, por se localizar a uma cota relativamente baixa, mas nem por isso perde em interesse.













Merece, igualmente, uma visita, a adjacente Capela de São João Baptista, datada de 1556.