Portalegre, Janeiro de 2017
Fonte de São Pedro
Portalegre, Janeiro de 2017
A Fonte de São Pedro data do século XVIII, conforme se pode ler na inscrição:
"EM A ERA DE MIL E 730 SE FES ESTA OBRA E[M] DIA DE SANTA CATHERINA EM NOVA AGVA".
#TBT: Chaves 1988
Chaves, Setembro de 1988
Apercebi-me, já há bastante tempo, de que não consigo dar vazão à quantidade de imagens que vou caçando à minha volta. Só para se fazer uma ideia, desde que comprei a minha primeira câmara digital, em 2004, no Japão, já juntei para cima de 40 mil ficheiros de imagem, organizados em mais de 400 pastas (os meus álbuns, como lhes costumo chamar). Isto já para não falar das que acumulei antes, em papel, que me atafulham prateleiras e gavetas. Tenho o vício do disparo, o que é que hei-de fazer, mas não tenho depois tempo para dar uso a tanta imagem: ainda mal pensei o que fazer com umas e já apanhei mais outras tantas. Assim, há sempre muitas que ficam em lista de espera, remetidas para as calendas gregas.
Lembrei-me recentemente que podia ir, de vez em quando, buscar umas ao baú, para fazer umas sessões revivalistas. Pensei chamar-lhes #TBT, que tanto se pode entender como Throwback Thursday ou como Tesourinhos Bastante Tristes. Deixo à consideração. Pelo sim pelo não, passam a surgir às quintas.
Fonte do Penedo
Portalegre, Janeiro de 2017
A Fonte do Penedo data de 1871. Em 1937, foi implantada no lugar que hoje ocupa. Nos anos de 1960, foi desmontada e retirada para depósito municipal, tendo ficado entulhada até 1994, altura em que, por iniciativa do Grupo Pró-Portalegre e da ESEP, foi recuperada e reimplantada. E, sim, está a precisar de limpeza e cuidados.
Um São José de azulejos (9)
Figueira de Cavaleiros (Ferreira do Alentejo), Janeiro de 2017
Odivelas (Ferreira do Alentejo), Janeiro de 2017
Catando
Santo António das Areias (Marvão), Dezembro de 2016
Estremoz, Janeiro de 2017 (um clássico, também aqui e aqui;
pergunto-me por que é que não lhe vejo a seta)
Odivelas (Ferreira do Alentejo), Janeiro de 2017
Figueira de Cavaleiros (Ferreira do Alentejo), Janeiro de 2017
O espólio dos dias que correm: fraco em quantidade, mas de qualidade irrepreensível.
Cataventos
É colecção que tem andado parada, por falta de matéria-prima. Nos meios onde me movo, já está tudo batido; valem-me os desvios, para ir encontrando uma ou outra novidade que, de tão poucas, nem têm justificado a divulgação. Sim, há todo o espólio dinamarquês, mas esse precisa de um fôlego que ainda não tive.
Digna de nota, a minha colaboração na obra que aqui divulgo, fruto de uma perseverança que invejo. Aproveito para renovar os meus parabéns à autora, Zulmira Bento, pelo belíssimo resultado final.
Bento, Zulmira (2016). Cataventos. Alcanena: Ed. Câmara Municipal de Alcanena.
Dez de Janeiro
Portalegre, Janeiro de 2017
É um dia marcante e marcado na minha vida, por razões próprias e alheias, boas e más. Este ano, terminou assim.