A linha que nos separa (II)

Por acaso, estava enganada: o primeiro que encontrei não foi este, foi este:



Tropecei nele, no final de Fevereiro de 2009, entre Galegos (Marvão) e La Fontañera (Valencia de Alcántara), exactamente, aqui:



É um marco muito curioso, com uma história absolutamente deliciosa, que se deixava adivinhar pelo cimento recente.
Daquele avistei outros, que fui seguindo até onde a minha fraca condição física da época e a falta de luz me deixaram:







A linha que nos separa (I)



Era inevitável: vivendo junto à raia, mais cedo ou mais tarde acabaria a tropeçar neles. Fotografaria o primeiro, como curiosidade; o segundo, porque não veria razão para não o fazer; ao terceiro, juraria que não estava a iniciar mais nenhuma; o quarto, seria obtido numa troca de cromos.
Este foi mesmo o primeiro, encontrado, por acaso, no caminho de Alburquerque para Ouguela (Campo Maior), em Março do ano passado. Faz parte do troço descrito no artigo 22.º do Tratado de Lisboa (não é esse, é o de 1864, também conhecido como Tratado de Limites), que vem definir a fronteira entre o Pego da Negra e o Marco de Badajoz, assim como a partilha dos territórios das contendas de Arronches e de Ouguela.

Balanço e contas



- 8 anos;
- 328 entradas, a uma média de 41 por ano, 3,4 por mês, 0,8 por semana, 0,1 por dia;
- cerca de 200 mil visitantes de 148 países (mais precisamente, domínios), a saber:

África do Sul, Albânia, Alemanha, Andorra, Angola, Antilhas Holandesas, Arábia Saudita, Argélia, Argentina, Arménia, Aruba, Austrália, Áustria, Bahrein, Bangladesh, Bélgica, Belize, Benin, Bermudas, Bielorrússia, Bolívia, Bósnia e Herzegovina, Brasil, Bulgária, Butão, Cabo Verde, Camarões, Canadá, Cazaquistão, Chile, China, Chipre, Cidade do Vaticano, Colômbia, Congo (República Democrática do), Coreia (República da), Costa do Marfim, Costa Rica, Croácia, Cuba, Dinamarca, Egipto, El Salvador, Emirados Árabes Unidos, Equador, Eslováquia, Eslovénia, Espanha, Estados Unidos da América, Estónia, Federação Russa, Filipinas, Finlândia, França, Gabão, Gana, Geórgia, Gibraltar, Grécia, Guadalupe, Guatemala, Guernsey, Guiana Francesa, Guiné-Bissau, Holanda, Honduras, Hong Kong, Hungria, Iémen, Ilhas Alanda, Ilhas Faroe, Ilhas Virgens Britânicas, Índia, Indonésia, Irão (República Islâmica do), Iraque, Irlanda, Islândia, Israel, Itália, Jamaica, Japão, Jersey, Jordânia, Jugoslávia, Koweit, Letónia, Líbano, Liechtenstein, Lituânia, Luxemburgo, Macau, Macedónia (Antiga República Jugoslava da), Malásia, Malta, Marrocos, Martinica, Maurícia, México, Moçambique, Moldávia (República da), Mónaco, Mongólia, Montenegro, Namíbia, Nicarágua, Nigéria, Noruega, Nova Zelândia, Omã, Panamá, Paquistão, Paraguai, Peru, Polinésia Francesa, Polónia, Porto Rico, Portugal, Qatar, Quénia, Reino Unido, República Checa, República Dominicana, Reunião, Roménia, Santa Lúcia, São Tomé e Príncipe, Senegal, Sérvia, Sérvia e Montenegro, Singapura, Síria (República Árabe da), Somália, Suazilândia, Suécia, Suíça, Tailândia, Taiwan, Tanzânia (República Unida da), Territórios Palestinianos Ocupados, Tonga, Tunísia, Turquia, Ucrânia, Uruguai, Venezuela, Vietname, Zaire
(além dos visitantes de provedores anónimos e/ou desconhecidos, de satélite e dos domínios da Europa e da região Ásia/Pacífico), 85,8 % dos quais equitativamente distribuídos entre o Brasil e Portugal;
- acesso principal via Google Images;
- principais palavras-chave nas buscas dos últimos 5 anos: monumentos, gregas, praia, ilhas, Portalegre.

Ventos amigos (I)


Pinhel


Selmes (Vidigueira)

Também esta colecção, pese embora andar um tanto negligenciada, tem sido enriquecida por colaborações externas. Desta vez, de MCV, a quem muito agradeço.

Colecções (XV)



Mais uma, amavelmente cedida pelo colega MCV, e um vislumbre da caderneta:

Colecções (XIV)

Mais duas fresquinhas, tiradas ontem, no calor do Baixo Alentejo, pelo colega Manuel Campos Vilhena, a quem estou muito grata:





A de Castro Verde, aqui reproduzida, "que era meia, está agora caiada por cima". Pois.

Colecções (XIII)

Desta vez, conto com a amabilidade do colega Manuel Campos Vilhena, que me cedeu mais uma excelente série:


Figueira de Castelo Rodrigo


Vila Nova da Rainha (Azambuja)


Cadafais (Alenquer)


Picanceira (Santo Isidoro, Mafra)


Sapataria (Sobral de Monte Agraço)


Porto Brandão (Caparica, Almada)


Castro Verde: património amputado


Portimão: património ofuscado

E ainda mais duas, espúrias, das Azenhas do Mar. Aparentemente, não terão sido colocadas pelo ACP, mas, como diria o poeta (Fernando Pessoa), "que importa o falsificado, se é verdadeiro o prazer":





Obrigada, MCV!

Despojos do dia


Figueira e Barros (Avis): se a freguesia se constituiu pela aglutinação das freguesias de Figueira e de Barros, "ainda nos finais do século XVIII", não se percebe a razão de ser da preposição


Ervedal (Avis): património em (sério) risco

ACP +outra



Esta já andava para aparecer por aqui desde Janeiro.

Colecções (XII)

Um coleccionador é sempre um coleccionador e é por isso que a Susana também não resiste ao disparo e me enviou estes belíssimos novos exemplares, capturados este mês. Muito obrigada!


Vila Franca de Xira, entrada Sul: património relativizado


Vila Franca de Xira, entrada Norte


Rio de Mouro (Sintra), em Rio de Mouro Velho: um U estranho


Janes (Alcabideche, Cascais): "é uma aldeia imediatamente antes da Malveira da Serra,
no caminho Alcabideche-Malveira"



Direcção Colares, na Malveira da Serra (Alcabideche, Cascais): património oculto


Direcção Colares, na Malveira da Serra (Alcabideche, Cascais): com um só L,
ao contrário do que acontece aqui



Direcção Barão e Lisboa, na Malveira da Serra (Alcabideche, Cascais)