ACP #53


Cheleiros (Mafra), Agosto de 2011: S invertido

Batalyaws


Catedral de San Juan Bautista, Outubro de 2007

Badajoz, a velha Badalhouce, não é minimamente reconhecida pelos portugueses como um destino turístico. Eu, por exemplo, posso dizer que é a cidade estrangeira que mais vezes visitei e, no entanto, só uma vez me decidi a tirar um pouco de tempo para lá fazer turismo (a bem dizer, fotografias). Não é que não tenha que ver: a zona histórica tem pontos de interesse, o rio é sempre um atractivo, mas o apelo do consumo impera, para quem só tem outra cidade grande a mais de 200 Km. Dos caramelos aos combustíveis, dos materiais de construção aos oftalmologistas, das tapas aos hospitais e à universidade, Badajoz tem de tudo, como um grande centro comercial. Não tem, aparentemente, é muito quem goste (ou admita que goste) dela, nem dum lado nem do outro da fronteira. Segue um pequeno contributo para compensar essa injustiça.


Iglesia de San Juan Bautista, Outubro de 2008


Ayuntamiento, Outubro de 2008


Plaza Alta, Outubro de 2008


Plaza Alta, Outubro de 2008


Giralda, Outubro de 2008


Puerta del Pilar, Outubro de 2008


Palacio de Congresos de Badajoz, Outubro de 2008

Cores do Verão




Tiradas do IC13, nas proximidades do Crato, Agosto de 2011

A linha que nos separa (IX)



Este fim-de-semana, Badajoz. Entrada pela fronteira do Retiro (Campo Maior), um dó de edifícios abandonados e em ruínas, mas recentemente valorizada pelas obras de renovação da estrada nacional 371. O 790-1A, do lado direito da estrada; o 790, do outro lado, junto à antiga alfândega portuguesa:







A vinda fez-se por Elvas, pela fronteira do rio Caia. O 801-B1, a meio da ponte José Saramago:



Acredito que haja outro do outro lado, mas não, não atravessei para confirmar, aquilo é uma auto-estrada (duas, por sinal: a A5 espanhola e a A6 portuguesa). Fiquei mais curiosa com ponte velha, a explorar noutra altura. (Nesta foto vê-se o mesmo tipo de decoração que eu já tinha notado aqui.)

Ródão



Fica já aqui acima, entre o Alentejo e a Beira, Nisa e Vila Velha de Ródão, o belíssimo acidente geológico conhecido como Portas de Ródão, hoje devidamente integrado no Geoparque (ou, mais precisamente, Geopark) Naturtejo da Meseta Meridional.



Imperdíveis, as vistas. As melhores conseguem-se do miradouro junto ao castelo, diz a lenda que do rei Wamba (o que a História já desmentiu).



Do castelo, recentemente recuperado e alindado, resta pouco mais que uma torre, mas o miradouro oferece um panorama deslumbrante, mais ou menos assim:



O castelo fica mesmo no cimo do monte, à esquerda, a vigiar o umbral da porta:



Aconselho também o passeio de barco, uma hora sobre o Tejo, entre Vila Velha de Ródão e Fratel, sobrevoado por grifos, cegonhas-pretas e milhafres-reais (se a eles lhes apetecer, bem entendido).








Troncos fósseis, em Vila Velha de Ródão, junto à Casa de Artes e Cultura do Tejo

Pedaços de boa vida





Piscinas da Portagem. Estou fã.
(Sim, têm uma vista linda para Marvão.)

E +outra


Runa (Torres Vedras), Agosto de 2011

Mais uma oferta de MCV, a quem estou muito grata.

Viagens do meu irmão\Nova Iorque 2006 (II)


Chegando a Manhattan pela autoestrada estadual 900G,
à entrada da ponte móvel de elevação vertical do rio Harlem



Strawberry Fields


Ground Zero (pormenor de uma foto)


Times Square






Estátua da Liberdade (pormenor de uma foto)

Fotos de Nuno Fadigas