Pelas paredes (XIII)



A FERRA DE NOVILHOS
HERDADE DA FIGUEIRA
(CONCELHO DE ARRONCHES)
LAVRADOR FRANCISCO ROMÃO TENÓRIO



"MALHADA DAS PORCAS"
QUINTA DE SANTO ANTÓNIO
LAVRADOR JOSÉ ALFREDO MENICI
SARDINHA (MONFORTE)

Não sei como, mas estes andavam por aqui perdidos desde Fevereiro de 2010.

Ventos de Espanha


Mérida, Março de 2010


Mérida, Março de 2010


Na zona de Valencia de Alcántara, Dezembro de 2010


La Codosera, Julho de 2011

Urban grey (2)


Birmingham (Reino Unido), Abril de 2011

Urban grey


Lisboa, Agosto de 2011

Ruas do Porto



A bem da verdade, antes das ruas de Campo Maior, seduziram-me as do Porto, em Outubro do ano passado. Primeiro, pelos nomes, tão bonitos: Rua de Sobre-o-Douro, Rua de Miragaia, Cais da Estiva... Só depois pelas formas.











Colecções (XVII)

Já expliquei o processo, aqui, e exemplifiquei aqui e aqui, mas vou retomar a questão, com mais um exemplo prático.
Fotografei uma porque achei o nome delicioso, imperdível:


Mérida (Espanha), Março de 2010

Outra, porque estranhei a designação pouco usual da artéria, de sotaque tão raiano:


Campo Maior, Fevereiro de 2011

Depois, porque achei graça à redundância:


Campo Maior, Fevereiro de 2011

Acabei por perceber que o fenómeno não era assim tão raro, que a duplicação como que serve um propósito de confirmação histórica. Mas não deixo de achar graça a ver como se sobrepõem diferentes épocas e estilos:


Campo Maior, Fevereiro de 2011

É curioso ver como uma mesma rua pode ser identificada por sinais esteticamente tão diferentes. Não sei se andei distraída todos os meus anos de viajante, mas fiquei com a impressão que, na maioria das cidades que visitei, as vias públicas são identificadas por placas padronizadas, comuns a toda a cidade (ou mesmo a todo o país), geralmente simples e perfeitamente identificáveis com a função que desempenham. Em Portugal, é normal encontrar estilos totalmente diferentes, de localidade para localidade, dentro de uma mesma localidade e até na mesma rua. Apesar do interesse que o facto possa ter para o turista ou para o coleccionista, interrogo-me sobre as consequências que tamanha variedade poderá ter para a descodificação.
(Outra dúvida que se me coloca é se, depois de espiolhar em busca de placas do ACP, cataventos, azulejos e outras decorações murais, arte de rua, marcos fronteiriços, vistas específicas e placas hodonímicas, ainda me sobrará, verdadeiramente, tempo suficiente para desfrutar os passeios.)
Há muita matéria coleccionável nos hodónimos: ruas com datas, vias públicas com nomes determinados (República, Liberdade, Cândido dos Reis, Eça de Queirós), todas as ocorrências de Rua Direita, sei lá eu (podem encontrar-se ideias interessantes aqui e aqui). De momento, só me interessa a variação na forma e no estilo das placas, e algum nome que ache mais interessante. Tenho já um conjunto relevante, que aqui irei divulgando.

A linha que nos separa (X)



O 1047 BIS, fotografado, há dias, na fronteira entre Vila Verde de Ficalho e Rosal de la Frontera. O 1047 está do outro lado da estrada, como se pode ver aqui.
Mais uma cortesia de MCV.

PS: Parece que, afinal, o 1047 já lá não está. Bem me alertou MCV para a pouca solidez destes marcos...

Ventos de Agosto


Cascais


Lisboa


Lisboa


Lisboa


Mafra