Skyline

Tóquio (Japão), Agosto de 2004
por aqui, por ali e mais além

Tóquio (Japão), Agosto de 2004
::
Teresa O
::
segunda-feira, maio 14, 2012
0
comentário(s)
Etiquetas: Efeitos de luz, Japão






A de hoje, nas imediações de Belver.
::
Teresa O
::
domingo, maio 13, 2012
0
comentário(s)
Etiquetas: Portugal


Evoramonte (Estremoz), Abril de 2012
Cortesia de Rui Cambraia.
::
Teresa O
::
sábado, maio 12, 2012
0
comentário(s)
Etiquetas: Alentejo, Cataventos, Colecções, Portugal

Portalegre, Maio de 2012
::
Teresa O
::
sexta-feira, maio 11, 2012
0
comentário(s)
Etiquetas: Alentejo, Calçada portuguesa, Portalegre, Portugal

Portalegre, Maio de 2012
::
Teresa O
::
quinta-feira, maio 10, 2012
0
comentário(s)
Etiquetas: Alentejo, Animais, Portalegre, Portugal


De regresso à fronteira entre a Rabaça (São Julião, Portalegre) e La Rabaza (La Codosera), forcei uma curta paragem para investigar um pouco a zona, confirmar que depois do 696G só poderia vir o 696F -- e que o 696E não poderia andar longe --, que o muro é a fronteira e que merece uma exploração como deve ser. Mas o que se há-de fazer quando uma fronteira é, por definição, um local de transição, de passagem? Talvez facilitar uns desvios e aproveitar para explorar um bocadinho de cada vez. Vamos a ver quando sai o 696D.





Maio de 2012
::
Teresa O
::
quarta-feira, maio 09, 2012
0
comentário(s)
Etiquetas: Alentejo, Colecções, Espanha, Marcos fronteiriços, Portugal




Bacoco (La Codosera, Espanha), Maio de 2012
::
Teresa O
::
segunda-feira, maio 07, 2012
0
comentário(s)
Etiquetas: Espanha

Marvão, visto da fronteira, junto a La Fontañera (Valencia de Alcántara, Espanha),
Maio de 2012
À falta de disponibilidade para variar, pode-se aprofundar o que já se conhece. Até porque o conhecimento é muito relativo, e é sabido que nunca chegamos a conhecer nada verdadeiramente bem, que há sempre novos ângulos que podem ser explorados. A fronteira é assim, com os seus marcos semeados pela paisagem, como as pedrinhas brancas do Hänsel: há sempre um mais além.
Desta vez, calhou voltar a La Fontañera e, aproveitando uma aberta num dia chuvoso, revi velhos conhecidos e fui em busca de novos. Assim, ao 683A, ao 683, ao 682bisA, ao 682bis e ao 682E, pude juntar o 682D e o 682C. E aperceber-me, empoleirada nas rochas, da beleza da paisagem, com vista até Marvão, e da vontade que tinha de continuar por ali fora, não fora a chuva voltar a atacar forte e feio.
Foi assim que os (re)encontrei, alinhados de sul para norte:



O 682bisA, o marco da polémica, caiado de novo e com o cimento retocado. Desta vez conversámos com a actual dona da casa, que nos disse estar a par da história: em tempos, a casa ficava em Espanha e o anexo em Portugal; depois veio a dona que mudou o marco. Quando ela comprou a casa, já a documentação legal situava a propriedade toda em Espanha. E, até agora, ninguém se queixou.
O mais curioso nesta história é que o dito marco me parece, assim a olho nu, minimamente alinhado com os seus pares (e são dois de cada lado, todos muito próximos). Das duas uma: ou foram mudados mais marcos ou a história não passa disso mesmo (ou eu é que tenho de lá voltar com uma fita métrica).


O 682E é o último junto ao casario, depois é subir pelas pedras e ir tentando avistar os seguintes pelas rochas fora. O 682D não fica longe e dele vê-se o 682C.




Este selo, cravado na pedra do marco 682C, foi a primeira vez que o vi:

Entretanto, recomeçou a chover e voltei para trás. Hei-de lá voltar para procurar o 682B.

(mapa retirado daqui)
::
Teresa O
::
domingo, maio 06, 2012
0
comentário(s)
Etiquetas: Alentejo, Colecções, Espanha, Marcos fronteiriços, Marvão, Portugal






Estremoz, Outubro de 2008
::
Teresa O
::
sábado, maio 05, 2012
0
comentário(s)
Etiquetas: Alentejo, Calçada portuguesa, Portugal

Lisboa, Jardim Botânico, Setembro de 2009
::
Teresa O
::
terça-feira, maio 01, 2012
0
comentário(s)
Etiquetas: Calçada portuguesa, Lisboa, Portugal
| Mais, quand d'un passé ancien rien ne subsiste, après la mort des êtres, après la destruction des choses, seules, plus frêles mais plus vivaces, plus immatérielles, plus persistantes, plus fidèles, l'odeur et la saveur restent encore longtemps, comme des âmes, à se rappeler, à attendre, à espérer, sur la ruine de tout le reste, à porter sans fléchir, sur leur gouttelette presque impalpable, l'édifice immense du souvenir. Marcel Proust, 1913 |