Castelo de Veiros


Veiros (Estremoz), Julho de 2012

O Castelo de Veiros está classificado como Imóvel de Interesse Público.













ACP #81


Estremoz, Agosto de 2012

Esta é outra. A primeira, encontrei-a aqui; esta, aqui.

Granito


Valencia de Alcántara (Espanha), Agosto de 2012

Na Serra de São Mamede, já perto do antigo posto fronteiriço de Galegos (Marvão), ergue-se uma formação rochosa granítica, escarpada, que acompanha o final da N246-1 e segue paralela à N-521. É imponente, com contornos por vezes impressionantes e cumes sobrevoados por águias, que aí nidificam. Um excelente cenário para o posto de combustível mais frequentado das redondezas.


(mapa do Google Maps)

A linha que nos separa (XIV)


La Fontañera, Agosto de 2012

Cada vez gosto mais de La Fontañera. É que sempre que lá vou encontro, pelo menos, um marco novo. Desta vez, ainda não foi o 682B, que o calor e a vegetação alta, apesar de seca, dificultam o acesso.
Além da questão do marco deslocado, dá-se o facto de ser naquele local que a fronteira faz a curva, o que justifica a grande quantidade de marcos. Só ainda não me tinha apercebido de que é a casa que justifica a curva, e é por isso que está rodeada deles. O 683A1 lá está, junto à parede da casa, antecedendo o muro que, a partir dali, delimita a fronteira. Segundo a proprietária da casa, que continua admirada com o meu interesse por aquelas coisas, o muro está cheio deles.
Hei-de lá voltar pela fresca, com equipamento para caminhada e escalada.








(mapas do Instituto Geográfico do Exército e do Google Maps,
respectivamente)

Travessia do deserto







Julho de 2012, em trânsito pelo Norte Alentejano.

ACP #79 e #80


Assumar (Monforte), entrada norte, Julho de 2012

O final de Julho foi francamente proveitoso para as minhas buscas. Encontrei esta primeira, intencionalmente, ao entrar em Assumar. Já a segunda, foi por acaso que me deparei com ela: ia atrás de um catavento, quando, ao virar-me, reconheci um contorno que não me deixou grandes dúvidas: sou capaz de apostar que aqui esteve um dia a placa que assinalava a entrada sul. O que lhe terá acontecido, que fim teve, muito gostava eu de saber.
Acho que esta imagem ainda por aqui há-de voltar a passar, a ilustrar uma categoria a que ainda não sei como vou chamar, talvez "não-há-CP". Vai servir-me para compilar todas as placas que não fui a tempo de apanhar.


Assumar (Monforte), entrada sul, Julho de 2012

A última entusiasmou-me particularmente, porque a encontrei depois de ter posto em marcha um plano que andava, há algum tempo, a congeminar: em vez de entrar e sair das localidades a girar a cabeça como um catavento, por que não perguntar a quem sabe - os velhotes na praça, os clientes dos cafés? Desta vez, um empregado simpático de um bar igualmente simpático deu-me confiança para avançar. Mas não, nem ele nem outros clientes um pouco mais velhos, que ouviram a conversa, conheciam nada como o que eu estava a descrever. Porém, o jovem empregado não desistiu e foi perguntar aos amigos que estavam na esplanada - todos desconheciam do que se tratava, à excepção de um, que insistia com os colegas que sim, que havia uma placa assim na vila, que ele passava por ela todos os dias e observava-a com bastante frequência. E indicou-nos a direcção, que seguimos, e lá estava ela, exactamente onde o jovem disse que estaria. É um bom plano, é para continuar.


Veiros (Estremoz), Julho de 2012