Preto e branco (2)

Estremoz, Igreja do Convento das Maltesas, Agosto de 2012
por aqui, por ali e mais além

Estremoz, Igreja do Convento das Maltesas, Agosto de 2012
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Teresa O
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sábado, agosto 11, 2012
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Veiros (Estremoz), Julho de 2012
O Castelo de Veiros está classificado como Imóvel de Interesse Público.







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Teresa O
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sexta-feira, agosto 10, 2012
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Estremoz, Agosto de 2012
Ó vós que ides passando, lembrai-vos de nós que estamos penando.
Padre Nosso Avé Maria.

(aqui)
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Teresa O
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quinta-feira, agosto 09, 2012
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Estremoz, Agosto de 2012
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Teresa O
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quarta-feira, agosto 08, 2012
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Estremoz, Agosto de 2012
Esta é outra. A primeira, encontrei-a aqui; esta, aqui.
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Teresa O
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terça-feira, agosto 07, 2012
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Valencia de Alcántara (Espanha), Agosto de 2012
Na Serra de São Mamede, já perto do antigo posto fronteiriço de Galegos (Marvão), ergue-se uma formação rochosa granítica, escarpada, que acompanha o final da N246-1 e segue paralela à N-521. É imponente, com contornos por vezes impressionantes e cumes sobrevoados por águias, que aí nidificam. Um excelente cenário para o posto de combustível mais frequentado das redondezas.

(mapa do Google Maps)
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Teresa O
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segunda-feira, agosto 06, 2012
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Castelo de Vide, Agosto de 2012
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domingo, agosto 05, 2012
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La Fontañera, Agosto de 2012
Cada vez gosto mais de La Fontañera. É que sempre que lá vou encontro, pelo menos, um marco novo. Desta vez, ainda não foi o 682B, que o calor e a vegetação alta, apesar de seca, dificultam o acesso.
Além da questão do marco deslocado, dá-se o facto de ser naquele local que a fronteira faz a curva, o que justifica a grande quantidade de marcos. Só ainda não me tinha apercebido de que é a casa que justifica a curva, e é por isso que está rodeada deles. O 683A1 lá está, junto à parede da casa, antecedendo o muro que, a partir dali, delimita a fronteira. Segundo a proprietária da casa, que continua admirada com o meu interesse por aquelas coisas, o muro está cheio deles.
Hei-de lá voltar pela fresca, com equipamento para caminhada e escalada.




(mapas do Instituto Geográfico do Exército e do Google Maps,
respectivamente)
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Teresa O
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sábado, agosto 04, 2012
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Julho de 2012, em trânsito pelo Norte Alentejano.
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Teresa O
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quinta-feira, agosto 02, 2012
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Assumar (Monforte), entrada norte, Julho de 2012
O final de Julho foi francamente proveitoso para as minhas buscas. Encontrei esta primeira, intencionalmente, ao entrar em Assumar. Já a segunda, foi por acaso que me deparei com ela: ia atrás de um catavento, quando, ao virar-me, reconheci um contorno que não me deixou grandes dúvidas: sou capaz de apostar que aqui esteve um dia a placa que assinalava a entrada sul. O que lhe terá acontecido, que fim teve, muito gostava eu de saber.
Acho que esta imagem ainda por aqui há-de voltar a passar, a ilustrar uma categoria a que ainda não sei como vou chamar, talvez "não-há-CP". Vai servir-me para compilar todas as placas que não fui a tempo de apanhar.

Assumar (Monforte), entrada sul, Julho de 2012
A última entusiasmou-me particularmente, porque a encontrei depois de ter posto em marcha um plano que andava, há algum tempo, a congeminar: em vez de entrar e sair das localidades a girar a cabeça como um catavento, por que não perguntar a quem sabe - os velhotes na praça, os clientes dos cafés? Desta vez, um empregado simpático de um bar igualmente simpático deu-me confiança para avançar. Mas não, nem ele nem outros clientes um pouco mais velhos, que ouviram a conversa, conheciam nada como o que eu estava a descrever. Porém, o jovem empregado não desistiu e foi perguntar aos amigos que estavam na esplanada - todos desconheciam do que se tratava, à excepção de um, que insistia com os colegas que sim, que havia uma placa assim na vila, que ele passava por ela todos os dias e observava-a com bastante frequência. E indicou-nos a direcção, que seguimos, e lá estava ela, exactamente onde o jovem disse que estaria. É um bom plano, é para continuar.

Veiros (Estremoz), Julho de 2012
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Teresa O
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quarta-feira, agosto 01, 2012
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| Mais, quand d'un passé ancien rien ne subsiste, après la mort des êtres, après la destruction des choses, seules, plus frêles mais plus vivaces, plus immatérielles, plus persistantes, plus fidèles, l'odeur et la saveur restent encore longtemps, comme des âmes, à se rappeler, à attendre, à espérer, sur la ruine de tout le reste, à porter sans fléchir, sur leur gouttelette presque impalpable, l'édifice immense du souvenir. Marcel Proust, 1913 |