Ventos amigos (V)




Farol do Cabo Espichel, Sesimbra, Fevereiro de 2012
O chamado 2em1: catavento com farol acoplado. Simpática contribuição de Rui Cambraia.
por aqui, por ali e mais além




Farol do Cabo Espichel, Sesimbra, Fevereiro de 2012
O chamado 2em1: catavento com farol acoplado. Simpática contribuição de Rui Cambraia.
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Teresa O
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Terça-feira, Fevereiro 28, 2012
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Etiquetas: Cataventos, Colecções, Faróis, Portugal
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Teresa O
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Segunda-feira, Fevereiro 27, 2012
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Etiquetas: Cataventos, Colecções, Lisboa, Portugal

Póvoa e Meadas (Castelo de Vide), hoje
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Teresa O
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Domingo, Fevereiro 26, 2012
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No dia seguinte, saímos logo de manhã (que é como quem diz, depois de um pequeno-almoço demorado e conversado, mais a atirar para o meio-dia) para uma excursão à ilha de Skarø. Desta vez, navegámos para sudoeste, pelo estreito de Svendborg, entre as ilhas de Fiónia e Tåsinge (a letra A, no mapa, assinala Skarø).




(quanto a vocações marítimas, estamos conversados)
Skarø é uma ilha pequena e pouco habitada. Na prática, e como estava de chuva, pareceu-nos uma ilha deserta. Demos um pequeno passeio, mas, como o estado do tempo foi piorando gradualmente, acabámos a fazer o nosso piquenique de smørrebrød abrigados dentro do barco, no meio de um temporal.





O tempo melhorou para o final da tarde, proporcionando-nos uma agradável viagem de regresso a Svendborg.

Svendborgsundbroen, a ponte do estreito de Svendborg, que liga a Fiónia a Tåsinge
(em sua homenagem, e porque gosto muito de pontes, vou inaugurar uma nova
etiqueta, que talvez ainda tenha futuro)
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Teresa O
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Sábado, Fevereiro 25, 2012
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Meia Praia (Lagos), Julho de 2007
Também costumam chamar a minha atenção os pequenos farolins de balizagem que se encontram à entrada de barras e portos. Servem para sinalizar lateralmente o canal de navegação, pelo que surgem em pares, um vermelho e outro verde. Na região A, de que Portugal faz parte, a embarcação tem de dar bombordo à marca ou luz encarnada.
O primeiro, encontrei-o à entrada do estuário da ria de Alvor, no molhe da ponta leste da Meia Praia (Lagos); o verde fica do outro lado, no molhe da praia de Alvor (Portimão):


Nesta imagem, que já por aqui tinha passado, captada junto ao Forte da Ponta da Bandeira, são visíveis os sinais de balizagem à entrada da barra da ria de Bensafrim (acesso ao porto de Lagos):

Lagos, Julho de 2007
Pela mesma altura, avistei mais estes dois, em Sines:


Sines, Julho de 2007
A propósito de faróis, encontra-se aqui uma boa infografia do jornal Expresso, sobre os faróis de Portugal.
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Teresa O
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Quinta-feira, Fevereiro 23, 2012
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Anta da Serrinha, Monforte, Fevereiro de 2009
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Teresa O
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Quarta-feira, Fevereiro 22, 2012
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Há já algum tempo que deixei de acreditar nas setas que indicam monumentos megalíticos. Umas vezes, obrigam uma pessoa a conduzir por caminhos de cabras, para depois chegar a uma propriedade privada, fechada, e não ter possibilidade de ver o monumento ao perto (ou de o ver de todo). Outras vezes, aparece uma única seta, no início da estrada ou caminho, e não há qualquer outra indicação, numa extensão de quilómetros. E numa paisagem muito pedregosa, como é o caso de algumas zonas da serra de S. Mamede, torna-se muito difícil distinguir, de dentro do carro, uma anta incompleta e tombada de um qualquer outro amontoado de pedras. Por isso, agora, quando vejo uma seta, até desvio o olhar, para não ter tentações.
Anteontem, não sei porquê, abri uma excepção. Talvez porque tenho boa impressão da relação que a Câmara Municipal de Castelo de Vide tem com o património arqueológico: regra geral, as indicações são muito precisas e completas. E lá fomos em busca do Parque Megalítico dos Coureleiros (IV-III milénios a.C.), onde havemos de voltar, para explorar melhor o local. Para já, ficam aqui registos das antas 1, abaixo, e 2, acima (são quatro, no total, segundo a CMCV; o IGESPAR refere uma quinta anta).


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Teresa O
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Terça-feira, Fevereiro 21, 2012
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