Nocturnos (6)

Portalegre, Abril de 2026
por aqui, por ali e mais além

Portalegre, Abril de 2026
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Teresa O
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quinta-feira, maio 07, 2026
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Etiquetas: Alentejo, Efeitos de luz, Lampiões, Portalegre, Portugal


Vilnius (Lituânia), Março de 2026

Frankfurt am Main (Alemanha), Março de 2026





Portalegre, Março de 2026
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Teresa O
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terça-feira, março 31, 2026
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Etiquetas: Alemanha, Alentejo, Efeitos de luz, Lampiões, Lituânia, Portalegre, Portugal, Vistas da Penha








Salvador (Bahia, Brasil), Agosto de 2025
Todas da Praça do Município, maioritariamente, nas paredes do Palácio Rio Branco.
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Teresa O
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terça-feira, março 24, 2026
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Etiquetas: Brasil, Colecções, Homenagens, Lampiões, Pelas paredes, Placas de rua

Amesterdão (Holanda), Agosto de 2023
Amesterdão é, sem dúvida, uma cidade extraordinária, repleta de pormenores que me fascinam. As pedras de fachada são dos mais interessantes que aí encontrei.
São uma tradição que remonta ao século XVI, quando as casas não eram numeradas e havia necessidade de identificar a morada. Depois, tornaram-se, também, um elemento embelezador da fachada. Em Amesterdão, há cerca de 850, em Maastricht, 250, e encontram-se ainda, em menor número, em Bruxelas, Liège, Lille, Oslo, Bergen, Munique, Copenhaga, Bucareste, Zurique, Estocolmo e Varsóvia.







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Teresa O
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sábado, setembro 23, 2023
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Etiquetas: Comunicação e Artes, Holanda, Lampiões, Pelas paredes, Semiótica

Estação Central, Amesterdão (Holanda), Agosto de 2023
(52) O Grachtengordel, a Zona dos Canais Concêntricos do Século XVII no Interior do Singlegracht em Amesterdão (Países Baixos)
Já me apercebi de que, mesmo não sendo mais rápida que a minha sombra, consigo, frequentemente, chegar antes da UNESCO. Depois, como costumo dizer, é deixá-los pousar.
Vem esta conversa a propósito de Amesterdão: já lá tinha estado, em Agosto de 2003, mas só em 2010 é que o centro histórico da cidade foi inscrito na lista de Património Mundial. E bem! Talvez tenha a ver com os lindos dias de sol que lá encontrei, das duas vezes, mas acho Amesterdão uma cidade extraordinária e muito bonita.

Imagem daqui
Os canais de Amesterdão foram idealizados, no século XVII, no âmbito de um ambicioso projecto de planeamento urbano que mudou toda a estrutura da cidade. Em torno do Singel, o fosso que defendia a cidade medieval, foram construídos quatro grandes canais semi-circulares concêntricos e vários radiais, mais pequenos e estreitos. Os três canais interiores -- Herengracht, o "Canal dos Senhores" ou "dos Patrícios", Keizersgracht, o "Canal do Imperador", e Prinsengracht, o "Canal do Príncipe" -- foram pensados para desenvolvimento residencial e o canal exterior, Singelgracht, teve propósitos defensivos e de gestão da água.

Imagem daqui
É uma zona fantástica, com muita vida, muita água, pontes, monumentos e uma arquitectura que evoca, a cada passo, o Século de Ouro Neerlandês. Da primeira vez, apenas pude passear um pouco pelas margens, mas, este Verão, fiz o percurso de barco pelos canais e pelo rio. Muito bonito!



O Hotel de l'Europe, na margem do rio Amstel



A Torre Montelbaan, no Oudeschans

Vista para a Basílica de São Nicolau

A Casa de Anne Frank, no Prinsengracht

Cúpula da Basílica de São Nicolau
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Teresa O
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sexta-feira, setembro 22, 2023
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Etiquetas: Holanda, Lampiões, Papa-unescos

Vila Viçosa, Janeiro de 2023
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Teresa O
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quarta-feira, fevereiro 08, 2023
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Etiquetas: Alentejo, Espaços de Reflexão, Lampiões, Portugal

A Igreja do Espírito Santo (Kościół Zesłania Ducha Świętego)
e o monumento de homenagem a Tadeusz Kościuszko, na Praça
da Liberdade (Plac Wolności), Łódź (Polónia), Setembro de 2006
Depois de Belfast, em Dezembro de 2005, o projecto inter-institucional de que já aqui falei levou-nos, a mim e aos meus três colegas da equipa portuguesa, a Łódź. (Segundo nos explicou o nosso colega Szymon, pronuncia-se como, em inglês informal, wouldja, sem o A final.)

A Praça da Liberdade, em 1930 (imagem daqui)
Aquela que é actualmente a quarta maior cidade da Polónia -- atrás de Varsóvia e Cracóvia e sensivelmente a par de Breslávia (Wrocław) -- começou por ser uma pequena aldeia medieval, à qual foram atribuídos direitos de cidade, em 1423. A sua população foi crescendo e minguando, ao sabor de guerras, anexações e surtos de peste, nunca ultrapassando os 1000 habitantes, sendo que, no final do século XVIII, não contava com mais de 190. No século XIX, no âmbito de um programa nacional de industrialização, foi transformada numa grande cidade industrial do sector têxtil. Antes da Primeira Guerra Mundial, em 1913, tinha 500.000 habitantes, era a segunda maior cidade da Polónia, uma das cidades industriais mais densamente povoadas do mundo (13.280 hab/km2) e uma das mais poluídas. A sua demografia contava (e conta ainda hoje) com uma maioria de mulheres, em consequência da atractividade da indústria têxtil. Em 1939, entre mais de 600.000 habitantes, cerca de 200.000 eram judeus.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a cidade ficou conhecida por albergar o segundo maior gueto da Europa nazi (só ultrapassado pelo de Varsóvia), e o mais longevo.


A partir de 1989, com a transição de uma economia socialista para uma economia de mercado, e com a crise económica subsequente, a indústria têxtil entrou em declínio, assim como a cidade. Os cerca de 854.000 habitantes que tinha então, estavam, no início de 2022, reduzidos a 664.071. Em 2007, perdeu o lugar de segunda maior cidade do país.
Hoje, não há em Łódź nenhuma grande fábrica têxtil a laborar, tendo a economia sido dirigida para o sector dos serviços e logística, beneficiando da sua localização no centro do país e da rede de transportes e auto-estradas, assim como da quantidade de trabalhadores qualificados e da cooperação entre as universidades locais e as empresas.

Letreiro no antigo edifício da estação ferroviária de Łódź Fabryczna, inaugurado,
em 1866, sob projecto do arquitecto Adolf Schimmelpfennig, e substituído, em
2016, por uma alternativa mais moderna

Grande Teatro (Teatr Wielki), inaugurado em 1967
A agenda era apertada, mas, entre reuniões, conseguimos algum tempo para iniciar a nossa via-sacra pelo Turismo Tétrico e para caminhar um pouco pelo centro da cidade. De momento, ficam algumas imagens soltas, que ilustram vários pormenores da cidade, como era então, com marcas arquitectónicas de diferentes épocas.



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Teresa O
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quinta-feira, fevereiro 02, 2023
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Etiquetas: Lampiões, Polónia, Templos, Viagens interiores


Lisboa, Agosto de 2022
Cristo-Rei ao longe.
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Teresa O
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segunda-feira, outubro 31, 2022
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Etiquetas: Área Metropolitana de Lisboa, Lampiões, Lisboa, Placas de rua, Portugal
| La imagen es un lugar perverso. En ella se detiene todo aquello que ha de irse. La imagen suspende el curso, lo entorpece, nos entorpece. (Chantal Maillard) |