Mostrar mensagens com a etiqueta Alemanha. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Alemanha. Mostrar todas as mensagens

Heavens above (92)




Vilnius (Lituânia), Março de 2026


Frankfurt am Main (Alemanha), Março de 2026










Portalegre, Março de 2026

Heavens above (83)






Portalegre, Maio de 2025




Timișoara (Roménia), Maio de 2025


Arad (Roménia), Maio de 2025






Munique (Alemanha), Maio de 2025






Portalegre, Maio de 2025

Heavens above (75)




Portalegre, Agosto de 2024


Lisboa, Agosto de 2024




Cairo (Egipto), Agosto de 2024




Assuão (Egipto), Agosto de 2024


Com Ombo (Assuão, Egipto), Agosto de 2024




Luxor (Egipto), Agosto de 2024


Hurgada (Mar Vermelho, Egipto), Agosto de 2024


Frankfurt am Main (Alemanha), Agosto de 2024


Sobre a Europa Central, Agosto de 2024

Giebelsteine (5)






Hamburgo (Alemanha), Agosto de 2014

As pedras de fachada não são um exclusivo holandês. Espalhadas pela Europa, encontram-se em diversos formatos e modalidades, mas com finalidades idênticas. Na prática, torna-se difícil, em diferentes contextos culturais, distingui-las dos brasões de família e, até, dos painéis hagiográficos: que diferença fundamental existe entre a casa do S. Nicolau e a Quinta de S. João ou o Casal de Santa Teresinha? Um sítio holandês dedicado ao inventário das pedras de fachada alberga exemplares recolhidos em Portugal, que mais não são do que brasões e tabuletas.
Pela Europa fora, tenho registado diversas marcas identificativas de edifícios, algumas das quais percebi agora que estão inventariadas na categoria de gevelsteen (se o Google não me engana, Giebelstein ou Fassadenstein, em alemão, e facadesten, em dinamarquês), respectivamente, aqui e aqui.










Copenhaga (Dinamarca), Agosto de 2014

Hygieia-Brunnen


Hamburgo (Alemanha), Agosto de 2007

A Fonte de Hígia está localizada no pátio da Câmara Municipal (Rathaus) de Hamburgo. Foi construída em 1895/96, sob projecto do escultor Joseph von Kramer (1841-1908), de Munique. A fonte foi construída em memória da epidemia de cólera de 1892, que causou a morte a mais de 8000 pessoas.
Originalmente, a fonte pretendia representar o comércio marítimo da cidade portuária de Hamburgo, com o deus do comércio, Mercúrio, como figura central, mas, na sequência do drama da epidemia de cólera, foi decido alterar o projecto e colocar Hígia no centro.
Hígia (em grego antigo: Ὑγίεια), era, na mitologia grega, filha de Esculápio. Era a deusa da saúde e limpeza (higiene). Enquanto o culto do seu pai estava ligado à cura, o de Hígia estava associado à prevenção da doença e à continuação da boa saúde.



A fonte está estruturada em três andares, com três bacias por onde a água escorre, sucessivamente. No topo, ergue-se a estátua de bronze de Hígia e, aos seus pés, um dragão que simboliza a cólera derrotada. Ao redor da bacia do meio, com os pés quase na água do tanque inferior, há seis figuras de bronze, que ilustram o uso e a utilização da água, nomeadamente, um homem que segura um navio, uma mulher com uma grinalda de flores na mão, um homem a puxar um peixe, uma mulher a despejar um jarro, um fauno com uma concha e uma mulher com um espelho.



Quando a conheci, estava rodeada de cadeiras e outro equipamento para um evento que se ia realizar, pelo que não me consegui aproximar nem fotografar a fonte na sua totalidade. Em Outubro de 2019, o conjunto estava assim (foto daqui):

Sommerpilze




Volksdorf (Hamburgo, Alemanha), Agosto de 2014

Hamburger Hafen


Hamburgo (Alemanha), Agosto de 2007

Como o prometido é devido, aqui ficam algumas memórias do porto de Hamburgo.



Em Agosto de 2007, com o tempo de acordo, passeámos imenso pela cidade: em solo firme e sobre a água, por ruas, bairros, museus, lagos e canais, pouco nos escapou. O porto, enorme que é, explorámo-lo por diversas vezes, sob diferentes ângulos.



É o maior porto da Alemanha e o segundo mais movimentado da Europa, depois do de Roterdão. Estende-se por uma área de 73,99 km², por entre os muitos braços do rio Elba e as suas numerosas ilhas e penínsulas.





Começámos, como não podia deixar de ser, pelo cais de St. Pauli (St. Pauli Landungsbrücken), de onde, num dia, atravessámos o túnel do Elba, para a margem sul, que depois explorámos a pé; noutro dia, foi de lá que apanhámos o ferry da HADAG, até Finkenwerder:







A viagem de barco permitiu-nos uma visão mais alargada do porto, e mesmo da fábrica da Airbus, onde estavam a ser feitos os acabamentos do maior avião comercial do mundo, o A380, que começaria os seus voos comerciais nesse mesmo ano:



Mas ainda voltámos ao porto, num final de tarde, para o ver sob outra luz e para levarmos uma amiga alemã a provar as especialidades gastronómicas lusas servidas num restaurante português chamado... "Galego":