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Vilnius (Lituânia), Março de 2026

Frankfurt am Main (Alemanha), Março de 2026





Portalegre, Março de 2026
por aqui, por ali e mais além


Vilnius (Lituânia), Março de 2026

Frankfurt am Main (Alemanha), Março de 2026





Portalegre, Março de 2026
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Teresa O
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terça-feira, março 31, 2026
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Etiquetas: Alemanha, Alentejo, Efeitos de luz, Lampiões, Lituânia, Portalegre, Portugal, Vistas da Penha



Portalegre, Maio de 2025


Timișoara (Roménia), Maio de 2025

Arad (Roménia), Maio de 2025



Munique (Alemanha), Maio de 2025



Portalegre, Maio de 2025
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Teresa O
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domingo, junho 01, 2025
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Etiquetas: Alemanha, Alentejo, Efeitos de luz, Portalegre, Portugal, Roménia, Vistas da Penha


Portalegre, Agosto de 2024

Lisboa, Agosto de 2024


Cairo (Egipto), Agosto de 2024


Assuão (Egipto), Agosto de 2024

Com Ombo (Assuão, Egipto), Agosto de 2024


Luxor (Egipto), Agosto de 2024

Hurgada (Mar Vermelho, Egipto), Agosto de 2024

Frankfurt am Main (Alemanha), Agosto de 2024

Sobre a Europa Central, Agosto de 2024
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Teresa O
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quarta-feira, setembro 04, 2024
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Etiquetas: Alemanha, Alentejo, Área Metropolitana de Lisboa, Efeitos de luz, Egipto, Lisboa, Portalegre, Portugal


Hamburgo (Alemanha), Agosto de 2014
As pedras de fachada não são um exclusivo holandês. Espalhadas pela Europa, encontram-se em diversos formatos e modalidades, mas com finalidades idênticas. Na prática, torna-se difícil, em diferentes contextos culturais, distingui-las dos brasões de família e, até, dos painéis hagiográficos: que diferença fundamental existe entre a casa do S. Nicolau e a Quinta de S. João ou o Casal de Santa Teresinha? Um sítio holandês dedicado ao inventário das pedras de fachada alberga exemplares recolhidos em Portugal, que mais não são do que brasões e tabuletas.
Pela Europa fora, tenho registado diversas marcas identificativas de edifícios, algumas das quais percebi agora que estão inventariadas na categoria de gevelsteen (se o Google não me engana, Giebelstein ou Fassadenstein, em alemão, e facadesten, em dinamarquês), respectivamente, aqui e aqui.





Copenhaga (Dinamarca), Agosto de 2014
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Teresa O
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segunda-feira, fevereiro 26, 2024
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Etiquetas: Alemanha, Dinamarca, Pelas paredes, Semiótica

Hamburgo (Alemanha), Agosto de 2007
A Fonte de Hígia está localizada no pátio da Câmara Municipal (Rathaus) de Hamburgo. Foi construída em 1895/96, sob projecto do escultor Joseph von Kramer (1841-1908), de Munique. A fonte foi construída em memória da epidemia de cólera de 1892, que causou a morte a mais de 8000 pessoas.
Originalmente, a fonte pretendia representar o comércio marítimo da cidade portuária de Hamburgo, com o deus do comércio, Mercúrio, como figura central, mas, na sequência do drama da epidemia de cólera, foi decido alterar o projecto e colocar Hígia no centro.
Hígia (em grego antigo: Ὑγίεια), era, na mitologia grega, filha de Esculápio. Era a deusa da saúde e limpeza (higiene). Enquanto o culto do seu pai estava ligado à cura, o de Hígia estava associado à prevenção da doença e à continuação da boa saúde.

A fonte está estruturada em três andares, com três bacias por onde a água escorre, sucessivamente. No topo, ergue-se a estátua de bronze de Hígia e, aos seus pés, um dragão que simboliza a cólera derrotada. Ao redor da bacia do meio, com os pés quase na água do tanque inferior, há seis figuras de bronze, que ilustram o uso e a utilização da água, nomeadamente, um homem que segura um navio, uma mulher com uma grinalda de flores na mão, um homem a puxar um peixe, uma mulher a despejar um jarro, um fauno com uma concha e uma mulher com um espelho.

Quando a conheci, estava rodeada de cadeiras e outro equipamento para um evento que se ia realizar, pelo que não me consegui aproximar nem fotografar a fonte na sua totalidade. Em Outubro de 2019, o conjunto estava assim (foto daqui):

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Teresa O
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terça-feira, maio 19, 2020
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Etiquetas: Alemanha, Colecções, Comunicação e Artes, Fontes e chafarizes


Volksdorf (Hamburgo, Alemanha), Agosto de 2014
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Teresa O
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sexta-feira, janeiro 22, 2016
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Hamburgo (Alemanha), Agosto de 2007
Como o prometido é devido, aqui ficam algumas memórias do porto de Hamburgo.

Em Agosto de 2007, com o tempo de acordo, passeámos imenso pela cidade: em solo firme e sobre a água, por ruas, bairros, museus, lagos e canais, pouco nos escapou. O porto, enorme que é, explorámo-lo por diversas vezes, sob diferentes ângulos.

É o maior porto da Alemanha e o segundo mais movimentado da Europa, depois do de Roterdão. Estende-se por uma área de 73,99 km², por entre os muitos braços do rio Elba e as suas numerosas ilhas e penínsulas.


Começámos, como não podia deixar de ser, pelo cais de St. Pauli (St. Pauli Landungsbrücken), de onde, num dia, atravessámos o túnel do Elba, para a margem sul, que depois explorámos a pé; noutro dia, foi de lá que apanhámos o ferry da HADAG, até Finkenwerder:



A viagem de barco permitiu-nos uma visão mais alargada do porto, e mesmo da fábrica da Airbus, onde estavam a ser feitos os acabamentos do maior avião comercial do mundo, o A380, que começaria os seus voos comerciais nesse mesmo ano:

Mas ainda voltámos ao porto, num final de tarde, para o ver sob outra luz e para levarmos uma amiga alemã a provar as especialidades gastronómicas lusas servidas num restaurante português chamado... "Galego":



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Teresa O
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sábado, julho 11, 2015
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Etiquetas: Alemanha
| La imagen es un lugar perverso. En ella se detiene todo aquello que ha de irse. La imagen suspende el curso, lo entorpece, nos entorpece. (Chantal Maillard) |