Para uns são alegrias (36)



Vilnius (Lituânia), Março de 2026
por aqui, por ali e mais além



Vilnius (Lituânia), Março de 2026
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Teresa O
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terça-feira, abril 07, 2026
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Juromenha (Alandroal), Janeiro de 2026
Como eu dizia, é uma pequena vila que tem tudo o que devia ter, sobretudo, para me fazer feliz.
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Teresa O
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domingo, março 22, 2026
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Salvador (Bahia, Brasil), Agosto de 2025
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Teresa O
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quinta-feira, setembro 04, 2025
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Aveiro, Julho de 2025

Porto, Julho de 2025
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Teresa O
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terça-feira, agosto 05, 2025
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Arad (Roménia), Maio de 2025

Timișoara (Roménia), Maio de 2025
A última caixa parece-me um modelo mais antigo, mas muito vandalizado.
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Teresa O
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sábado, maio 31, 2025
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Castelo de Vide, Novembro de 2023
Este marco ostenta uma identificação de fábrica semelhante à daquele que vi na Golegã. Na altura, só consegui ler "Empreza Industrial", pelo que não pude descobrir a sua proveniência. Agora que encontrei este, percebo que o da Golegã tinha ficado semi-enterrado pelos arranjos da calçada: aposto que dizia "Empreza Industrial Portugueza Lisboa - 1918". Isto porque até a númeração é muito próxima (698 e 700), o que sugere que provieram de uma mesma encomenda.

Sobre a fábrica, consegui descobrir que "a Empresa Industrial Portuguesa era uma empresa de metalo-mecânica, particularmente vocacionada para a construção de grandes obras". Foi fundada, em Lisboa, em 1874, por João Burnay e fazia parte do grupo de empresas de Henrique Burnay. Era "a maior e mais importante fabrica portugueza de metallurgia", conforme afiançado por este anúncio, de 1911 (e pelos indicadores de dimensão, de 1917).

Produzia ferro fundido, em tubagem, e ferro fundido e forjado para diversas obras no mercado nacional (coberturas metálicas, barcos a vapor, pontes, tubagem e algumas máquinas industriais), importando ferro coado para fundição, cobre, latão, bronze e chumbo de Inglaterra, Espanha e Bélgica, e carvão de Inglaterra, para o que lhe valia a proximidade ao Porto de Lisboa.

Pavilhão da Empreza Industrial Portugueza, na Exposição Industrial Portuguesa,
na Avenida da Liberdade, 1888; foto do Estúdio Mário Novais, encontrada aqui.
Participou na Exposição Industrial Portuguesa de 1888 e, em 1899, considerou entrar no ramo da construção automóvel, para o que "convidou um engenheiro francês, Albert Beauvalet, para dirigir a concepção e o processo de produção de um automóvel nacional". Foi a primeira fábrica portuguesa a produzir aço, através do processo Bessemer, em 1905, e, a partir de 1914, foi a representante, em Portugal, do grupo "General Motors Overseas".
Teve o seu melhor momento durante a I Guerra Mundial, quando forneceu ferro, aço e armamento aos exércitos aliados. O pós-guerra revelou-se, no entanto, difícil para a indústria, pelo que, em 1920, foi integrada no grupo Companhia União Metalúrgica. Porém, em 1924, acabaria por encerrar as suas instalações em Alcântara.


Fontes:
- Mónica, Maria Filomena (1982). Indústria e democracia: os operários metalúrgicos de Lisboa (1880-1934). Análise Social, vol. XVIII (72-73-74), pp. 1231-1277.
- Pistola, Renato (2009). Alcântara, A Evolução Industrial de Meados do Século XIX ao Final da I.ª República. Dissertação de Mestrado, FCSH-UNL.
- O sempre indispensável "Restos de Colecção".
- O muito útil "Toponímia de Lisboa".
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Teresa O
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segunda-feira, novembro 06, 2023
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Bruxelas (Bélgica), Agosto de 2023


Amesterdão (Holanda), Agosto de 2023
Variações em vermelho urbano.
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Teresa O
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terça-feira, setembro 05, 2023
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Lisboa, Julho de 2022
Foi na zona do Saldanha que encontrei este marco, preso com fita-cola, fabricado pela Cooperativa Indústria Social, assim como o seguinte, que vi para os lados da Escola Politécnica.


Lisboa, Agosto de 2022
Já no Colégio Militar, encontrei este marco de tipo quiosque, mais recente.

Lisboa, Dezembro de 2022
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Teresa O
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terça-feira, março 28, 2023
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Caminha, Agosto de 2022
Em Caminha, encontrei três: um marco com a inscrição "A. Handyside & Co. Derby & London"; outro com o logótipo oficial dos Correios, de 1936, cuja origem não consegui encontrar; e uma caixa postal de modelo único, afixada sobre a parede.





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Teresa O
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terça-feira, outubro 04, 2022
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Vila Real, Agosto de 2022
Mais um marco fabricado pela Fundição do Ouro.
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Teresa O
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terça-feira, setembro 20, 2022
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| La imagen es un lugar perverso. En ella se detiene todo aquello que ha de irse. La imagen suspende el curso, lo entorpece, nos entorpece. (Chantal Maillard) |