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Heavens above (96)


Portalegre, Agosto de 2026


Amadora, 12 de Agosto de 2026
(maravilhas da tecnologia: o eclipse reflectido acima da luz solar)



Cidade do Vaticano, Agosto de 2026


Florença (Itália), Agosto de 2026


Verona (Itália), Agosto de 2026


Milão (Itália), Agosto de 2026




Tróia (Grândola), Agosto de 2026

Nova vida


Marvão, Julho de 2026

Após décadas de abandono, encontrei esta linda janela reabilitada e valorizada, integrada na fachada do novo Marvão Hotel & Museu. Assim, dá gosto!

Heavens above (95)








Portalegre, Junho de 2026






Portalegre, Julho de 2026


Marvão, Julho de 2026

12.º FIMM


Marvão, Julho de 2026

Do 12.º Festival Internacional de Música de Marvão, o ensaio geral para a gala de abertura, no pátio do Castelo de Marvão, com a Orquestra de Câmara de Colónia, dirigida pelo maestro Christoph Poppen, e com os solistas Juliane Banse (soprano) e Ruifeng Lin, um extraordinário virtuoso do violino.









E, ainda, um vislumbre do divino, com o Coro de Rapazes da Catedral de Colónia (Kölner Domchor), dirigido pelo maestro Alexander Niehues, na Igreja de Nossa Senhora da Estrela.





Mais aqui e aqui.

21.º Portalegre JazzFest






Portalegre, Julho de 2026

O Sexteto de Jazz de Lisboa (Mário Laginha, Mário Barreiros, Tomás Pimentel, Edgar Caramelo, Ricardo Toscano e Francisco Brito), há mais de 40 anos, sempre em grande.

I ♥ Nisa


Nisa, Maio de 2026

Fã que fiquei das paisagens e património do concelho, não perdi a oportunidade de participar em mais uma das caminhadas promovidas pela Câmara Municipal de Nisa, no âmbito do programa "Caminhos de Nisa ao Encontro do Património - Caminhadas 2026". Tratou-se, neste caso, da última da temporada: a partir daqui, o calor excessivo não permitirá aventuras ao ar livre; em Setembro haverá mais.
Numa caminhada circular, com cerca de 9,6 km, designada "À Descoberta da Ribeira de Nisa", pudemos explorar belíssimas paisagens naturais, atravessando o Couto do Cabeço da Ordem (de Cristo), seguindo ao longo do dique do Racheiro e da margem da albufeira e ribeira, até à ponte da Bruceira. Perto da antiga Central Hidroeléctrica, cruzámos a ribeira por uma passadeira de pedras (poldras), passámos pela Ermida de Santo André e seguimos pela Carreira Velha.


Ermida de São Lourenço






Ribeira de Nisa




Açude do Racheiro




Capela de Santo André

Pedras grandes (8)


Castelo de Vide, Abril de 2026

Tantos anos depois, voltei ao Menir da Meada, desta vez, no âmbito do programa de comemoração do Dia Europeu da Cultura Megalítica, organizado pelo Grupo de Amigos de Castelo de Vide e pela Associação de Estudos do Alto Tejo, sob o tema "Monumentos megalíticos como parte de uma paisagem ritual". Do programa constava a inauguração da exposição "Fragmentos de uma Nova Vida: os vestígios materiais da cultura megalítica em Castelo de Vide", na Igreja de São João Baptista, antecedida pelas visitas ao Menir da Meada e à Necrópole Megalítica dos Coureleiros, guiadas pelos arqueólogos Jorge de Oliveira (Professor Catedrático aposentado da Universidade de Évora) e Nelson Almeida. Um privilégio, poder ouvir de viva voz, in loco, a história da exploração arqueológica destes monumentos, contada por quem a levou a cabo!



O Menir da Meada, classificado (agora, sim) como Monumento Nacional, pelo Decreto n.º 16/2013, "é o mais impressionante monumento megalítico da região de Castelo de Vide, e o maior menir totalmente talhado pelo homem em toda a Península Ibérica. O monólito, com cerca de 4 metros de altura a partir do solo, 7,15 m de comprimento total e um diâmetro máximo de 1,25 metros, está implantado de forma isolada no patamar granítico do Rio Sever, fazendo parte de um conjunto de antas e menires deste material lítico, estes últimos implantados sequencialmente na linha de contacto entre granitos e xistos que delimita a mancha megalítica da Serra de São Mamede". Carvões recolhidos no interior da fossa de implantação, junto da sua base, submetidos a datação por radiocarbono e depois de calibrados, revelaram que este menir foi erguido entre 4810 e 5010 a.C., em pleno Neo-calcolítico. Trata-se assim do menir mais antigo até agora datado em todo o mundo. Descoberto em 1965, partido em dois, foi restaurado e levantado em 1993, por meio de um processo atribulado, coordenado pelo Professor Jorge de Oliveira, com o apoio de membros da comunidade. O dia da erecção foi devidamente documentado pela RTP.







Da Necrópole Megalítica dos Coureleiros, conhecia já a anta II (Monumento Nacional desde 1910) e a anta I (classificada como Imóvel de Interesse Público, em 1997). Desta vez, revisitei a anta II (acima) e pude fotografar o que resta da anta III (abaixo, também IIP, desde 1997).



Do outro lado da estrada, pude vislumbrar a anta IV da necrópole, também classificada como Imóvel de Interesse Público. Em tempos, foi-lhe adossada, à esquerda, uma casa, conhecida localmente como Casa do Judeu, hoje em ruínas. A anta foi "reutilizada como pocilga e os vãos preenchidos com pedra seca, entretanto removidos".
Em 1990, todas as antas da necrópole dos Coureleiros foram escavadas e estudadas pelo Professor Jorge de Oliveira, que nos deu preciosas explicações sobre o processo.