Zeferino




Lisboa, Setembro de 2017

Homenagem ao gigante Adamastor, pelo colectivo brasileiro NoveCinco, realizada em Agosto de 2015, no âmbito da exposição "Doçaria Lisboa", que reuniu obras de cinco artistas deste colectivo carioca.
Aqui, na revista GAU -- Galeria de Arte Urbana, vol. 07, 2015, página 12.
Fica na Rua Conselheiro Mariano de Carvalho, junto à Gare do Oriente, e está acompanhada por duas outras obras do projecto Underdogs: esta, de Pixel Pancho, 2013 (pormenor):



E esta, de Cyrcle, Struggle of Nations, Agosto de 2013 (pormenor):

Dia adiado (2)




Lisboa, Janeiro de 2018

Luminárias.

Dia adiado (1)


Portalegre, Fevereiro de 2018

Dias do fim.

Pavilhão


Lisboa, Dezembro de 2017

Projectado pelos arquitectos Guilherme e Carlos Rebello de Andrade e Alfredo Assunção Santos, foi fabricado em Portugal, com estrutura de ferro, e transportado para o Brasil, onde integrou a representação portuguesa na Grande Exposição Internacional do Rio de Janeiro, inaugurada em 21 de Maio de 1922. Foi, na altura, o Pavilhão Português das Indústrias.
Em 1929, foi desmontado e transportado para Lisboa, onde foi reconstruído, no Parque Eduardo VII. Chamou-se, na altura, Palácio das Exposições e Festas.
Em 1946, foi transformado em Pavilhão dos Desportos, onde se disputou, em 1947, o Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins, que Portugal venceu.
Em 1984, mudou de nome para Pavilhão Carlos Lopes, após a conquista, por este atleta, da medalha de ouro na prova de maratona dos Jogos Olímpicos de 1984, disputados em Los Angeles.
Encerrado em 2003, por falta de condições, reabriu em 18 de Fevereiro de 2017, depois de profundas obras de remodelação.





Alminhas (7)


Estremoz, Fevereiro de 2018

Mais alminhas: 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6

Cadeia alimentar














Lisboa, Janeiro de 2018

Por Hugo Lucas, integrado na 7.ª fase do projecto "Reciclar o Olhar" (concurso Vidrões@Parque das Nações, Outubro de 2013). Mais imagens aqui.
Ao fim destes anos, foi passear: encontrei-o nas Avenidas Novas, de visita a este amigo.

Lá em cima


Oldenhorn, Les Diablerets (Vaud, Suíça), Fevereiro de 2006

Quem vai aos Diablerets é para explorar desportivamente o maciço com o mesmo nome, por isso, rapidamente procura as lojas de equipamentos de esqui e afins e os meios de transporte até às pistas. Lá em cima, por sobre as nuvens, é o branco a perder de vista, sob uma luz fortíssima.
Meios mecânicos não faltam: teleféricos, tele-cabines, tele-cadeiras, tele-skis. De teleférico, fomos até ao glaciar dos Diablerets, a cerca de 3000 metros de altitude (Glacier 3000). A estação superior do teleférico, com um restaurante panorâmico, foi construída sob projecto do arquitecto Mario Botta e também vale a visita, se não fossem suficientes a vista, a paisagem e aquela maravilhosa tonalidade de azul.












Les Diablerets (Vaud, Suíça), Fevereiro de 2006

Portuguesa, com certeza


Lisboa, Dezembro de 2016

Na Praça do Município, um cantinho simpático, quiosque, lampião e esplanada, com a velha cadeira portuguesa, a original, desde 1920, o modelo 5008 da Adico.


Janeiro de 2018