Uma coleccionista à solta em Juromenha












Juromenha (Alandroal), Janeiro de 2026
Como eu dizia, é uma pequena vila que tem tudo o que devia ter, sobretudo, para me fazer feliz.
por aqui, por ali e mais além












Juromenha (Alandroal), Janeiro de 2026
Como eu dizia, é uma pequena vila que tem tudo o que devia ter, sobretudo, para me fazer feliz.
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Teresa O
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domingo, março 22, 2026
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Portalegre, primeira metade do século XX (?)
A título de curiosidade, trago aqui este coreto, que não cheguei a conhecer. Encontrei-o no ciberespaço, com a seguinte legenda:
"No dia 23 de Junho de 1914, tiveram lugar, no Jardim Operário em Portalegre, festas em honra de São João, cujas receitas reverteram a favor da construção de um coreto naquele local. Esse coreto (actualmente desaparecido), que podemos apreciar nas (...) imagens, seria inaugurado a 10 de Setembro de 1916."Aparentemente, ficava em frente à entrada da Robinson, onde hoje há pouco mais que um parque de estacionamento. Não sei quando o desmontaram, mas gostava de o ter visto a cores, e ao vivo.
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Teresa O
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terça-feira, maio 30, 2023
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Etiquetas: Alentejo, Arqueologia industrial, Chaminés, Colecções, Coretos, Neve, Portalegre, Portugal

Portalegre, Março de 2023
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Teresa O
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quarta-feira, março 15, 2023
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Portalegre, Janeiro de 2022
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Teresa O
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segunda-feira, janeiro 31, 2022
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Moita, Setembro de 2019
Mais alguns pormenores da vila, começando pelo Açude da Caldeira da Moita, acima, e alguns edifícios dignos de nota, no núcleo urbano.




Casa com porta manuelina na Travessa do Alferes, n.º 1:

O edifício da Sociedade Filarmónica Estrela Moitense:


O Cais da Moita:

O Parque Municipal, concebido pelo Arquitecto Paisagista Gonçalo Ribeiro Telles, em 1971:

O Padrão dos Centenários, erigido em 1940, como vários outros espalhados pelo país:


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Teresa O
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sábado, setembro 28, 2019
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Amares, Setembro de 2018
O colega Manuel Campos Vilhena teve a simpatia, que muito agradeço, de me enviar um novo letreiro do ACP e uma novidade, um letreiro da Junta Autónoma de Estradas:

Santa Marinha do Zêzere (Baião), Setembro de 2018
Este último destaca-se, não só por não ser do ACP, como por "não respeitar uma letra ou um espaço por azulejo. Uma falsificação barata?!", interroga-se MCV. Esta dúvida já surgiu outras vezes, com letreiros que não se consegue afiançar que sejam do ACP, quer pela forma, quer pelo conteúdo. Foi o caso do de Sever do Vouga, mas também os de Fontanelas e Bairro Novo Paio de Pele, e de Azenhas do Mar.
Em Setembro, em Viseu, fui surpreendida por estes dois, ao virar uma esquina:


Viseu, Setembro de 2018
Claramente, não indicam a entrada de nenhuma localidade, mas apenas uma zona da cidade de Viseu que deu o nome à rua adjacente, a Rua do Soar de Cima (com mais uma gralha do Google), e à Porta do Soar, na Muralha Afonsina. Mais estranho ainda é situarem-se os dois letreiros no correr da parede da mesma casa, como se pode ver aqui.
Talvez ajude perceber que a dita casa é a do Capitão Almeida Moreira, também conhecida como Casa do Soar de Cima, pelo que os letreiros poderiam servir para identificar a casa.

A Casa de Almeida Moreira, hoje Museu, data de 1925 e foi projectada pelo arquitecto Raul Lino, que a desenhou segundo o estilo Casa Portuguesa. Uma das características mais marcantes do edifício é a profusão de frisos e painéis de azulejos, de diferentes padrões tradicionais, que decoram as paredes exteriores (incompreensivelmente, ainda não entrei). Aparentemente, o tipo de letra utilizado nos letreiros do ACP era suficientemente tradicional para ser usado numa casa portuguesa.
Assim, a par dos dois letreiros acima, compostos por uma letra em cada azulejo, o mesmo tipo de letra surge numa chaminé das traseiras, em inscrição hoje incompleta, mas com a particularidade de, tal como no letreiro da JAE, ser construída em painel contínuo:

A data de construção foi também inscrita na chaminé visível sobre a fachada principal, mas com outro tipo de letra e de sofisticação:


Também este Verão, encontrei mais dois letreiros do tipo ACP, na estação ferroviária de Sintra:


Sintra, Agosto de 2018
Apesar do que aqui se diz, não tenho razões para acreditar que o Automóvel Clube de Portugal mandasse pôr letreiros nas estações. Pelo menos, nada consta sobre isso nas instruções enviadas aos Presidentes das Câmaras Municipais.
Um genuíno letreiro do ACP, em Sintra, é este; em Viseu, este. O resto é tudo para tirar a limpo.
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Teresa O
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quarta-feira, outubro 10, 2018
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Ponte de Sor, Dezembro de 2017
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Teresa O
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segunda-feira, março 12, 2018
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Cáceres (Espanha), Maio de 2005
Estive pela primeira vez em Cáceres, estou em crer que em Setembro de 2000, na volta que fizemos entre Campo Maior e a Costa Alentejana. Visitámos o centro histórico, ficámos para o botellón, passámos a noite e seguimos viagem. Imagens, não sei se sobrou alguma, talvez em diapositivo.
A segunda vez, fui para participar no WOMAD, em Maio de 2005. Fotografias do festival já passaram por aqui; ficam agora algumas da cidade, tiradas entre o final da tarde e a noite:




Cáceres é uma cidade muito bonita, cujo centro histórico está classificado pela UNESCO (pelo que já entrou nesta lista, de passagem, mas ainda voltará aqui, com maior destaque). Mais recentemente, proporcionou um dos locais de filmagem à série Guerra dos Tronos, representando a cidade de Oldtown. Ao que parece, toda aquela equipa trouxe grande animação a uma cidade que é, em geral, pacata.
Gosto tanto de Cáceres que, sempre que posso, vou até lá, em geral, para mostrar a cidade a amigos de fora que nos visitam, e aproveito para encontrar um bom amigo que lá tenho.
Em 2005, ainda voltei a Cáceres, para passar o final do ano, entre amigos. Ficam mais umas imagens, da última tarde de Dezembro:




Cáceres (Espanha), Dezembro de 2005
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Teresa O
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quinta-feira, novembro 09, 2017
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| La imagen es un lugar perverso. En ella se detiene todo aquello que ha de irse. La imagen suspende el curso, lo entorpece, nos entorpece. (Chantal Maillard) |