Mostrar mensagens com a etiqueta Tampas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Tampas. Mostrar todas as mensagens

Dá-me uma tampa (9)


















Cáceres (Espanha), Setembro de 2015

Dá-me uma tampa (8)




Mérida (Espanha), Outubro de 2014


Alburquerque (Badajoz, Espanha), Maio de 2016


Badajoz (Espanha), Janeiro de 2017


La Fontañera (Valência de Alcântara, Espanha), Maio de 2017


Valência de Alcântara (Espanha), Maio de 2017

Dammi un chiusino (7)


Pisa (Itália), Junho de 2014


Roma (Itália), Junho de 2014

As tampas metálicas ainda não me interessavam, na altura, mas estas chamaram-me a atenção, quase certamente por causa das cruzes, num dos casos; no outro, talvez pela inscrição SPQR ou pela referência à fundição de Florença, já nem me lembro. A verdade é que não me recordava que as tinha e encontrei-as, por acaso, enquanto procurava placas de homenagem. Encontro coisas espantosas, quando folheio os meus álbuns.

Dá-me uma tampa (6)


















Badajoz (Espanha), Junho de 2015

Tudo isto só à volta dos Conquistadores.

Dá-me uma tampa (5)














Copenhaga (Dinamarca), Agosto de 2014

Mais umas de padrão genérico, da capital.

Dá-me uma tampa (4)














Copenhaga (Dinamarca), Agosto de 2014

Como o prometido é devido, aqui ficam algumas das tampas genéricas que encontrei na capital.

Dá-me uma tampa (3)


Frederikshavn (Dinamarca), Março de 2015

Eu pedi e eis que o Vítor me deu uma bela tampa, da Jutlândia do Norte. E fez mais: recomendou-me estas, lindíssimas, do Japão. Tenho pena de não me ter cruzado com nenhuma quando por lá andei. Se assim fosse, tinha começado a colecção muito mais cedo. Sem dúvida.

Dá-me uma tampa (2)


Copenhaga (Dinamarca), Agosto de 2014

Em Copenhaga, eram às carradas, claro. Óbvio será também que nem todas eram especiais: a maior parte inseria-se num dos padrões genéricos, que ainda hei-de mostrar. Gostei muito da dos passarinhos, que encontrei na zona de Amalienborg; da segunda, de Nyhavn; da terceira, com o perfil inconfundível de Hans Christian Andersen, que vislumbrei num fim de dia, algures no centro, perto de um restaurante português que servia sardinhas e paelha, quando se me tinham acabado as pilhas e tive de recorrer ao telemóvel:




Copenhaga (Dinamarca), Agosto de 2014

Mas achei particular graça às do Tivoli, personalizadas até ao requinte de haver um modelo especial para o bairro chinês:




Copenhaga (Dinamarca), Agosto de 2014

Fora de Copenhaga, ainda encontrei estas, dignas de nota:




Taastrup (Dinamarca), Agosto de 2014




Helsingør (Dinamarca), Agosto de 2014

As tampas de ontem deram hoje origem, no Facebook, a uma breve conversa sobre as ditas, no decurso da qual descobri como googlar as tampas dinamarquesas, nomeadamente, usando as palavras-chave "dæksel", "brønddæksel" ou "mandehulsdæksel". Foi assim que me apercebi de que, na mancha clara que se vê do lado esquerdo da silhueta de H.C. Andersen, há uma imagem do soldadinho de chumbo, como se pode constatar aqui. E que conheci a tampa comemorativa do segundo centenário do nascimento do autor (por cá, é mais selos de correio e moedas de dois euros). E que soube que Sleipnir, o melhor e mais rápido de todos os cavalos, tinha chegado à China. Foi bom saber que não sou a única pessoa a interessar-se por estas coisas.