Dá-me uma tampa (9)









Cáceres (Espanha), Setembro de 2015
por aqui, por ali e mais além









Cáceres (Espanha), Setembro de 2015
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Teresa O
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terça-feira, fevereiro 13, 2018
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Mérida (Espanha), Outubro de 2014

Alburquerque (Badajoz, Espanha), Maio de 2016

Badajoz (Espanha), Janeiro de 2017

La Fontañera (Valência de Alcântara, Espanha), Maio de 2017

Valência de Alcântara (Espanha), Maio de 2017
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Teresa O
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terça-feira, fevereiro 06, 2018
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Pisa (Itália), Junho de 2014

Roma (Itália), Junho de 2014
As tampas metálicas ainda não me interessavam, na altura, mas estas chamaram-me a atenção, quase certamente por causa das cruzes, num dos casos; no outro, talvez pela inscrição SPQR ou pela referência à fundição de Florença, já nem me lembro. A verdade é que não me recordava que as tinha e encontrei-as, por acaso, enquanto procurava placas de homenagem. Encontro coisas espantosas, quando folheio os meus álbuns.
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Teresa O
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segunda-feira, agosto 10, 2015
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Badajoz (Espanha), Junho de 2015
Tudo isto só à volta dos Conquistadores.
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Teresa O
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quinta-feira, junho 18, 2015
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Copenhaga (Dinamarca), Agosto de 2014
Mais umas de padrão genérico, da capital.
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Teresa O
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sábado, maio 16, 2015
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Copenhaga (Dinamarca), Agosto de 2014
Como o prometido é devido, aqui ficam algumas das tampas genéricas que encontrei na capital.
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Teresa O
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sexta-feira, maio 15, 2015
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Frederikshavn (Dinamarca), Março de 2015
Eu pedi e eis que o Vítor me deu uma bela tampa, da Jutlândia do Norte. E fez mais: recomendou-me estas, lindíssimas, do Japão. Tenho pena de não me ter cruzado com nenhuma quando por lá andei. Se assim fosse, tinha começado a colecção muito mais cedo. Sem dúvida.
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Teresa O
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terça-feira, maio 05, 2015
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Etiquetas: Colecções, Contribuições, Dinamarca, Tampas

Copenhaga (Dinamarca), Agosto de 2014
Em Copenhaga, eram às carradas, claro. Óbvio será também que nem todas eram especiais: a maior parte inseria-se num dos padrões genéricos, que ainda hei-de mostrar. Gostei muito da dos passarinhos, que encontrei na zona de Amalienborg; da segunda, de Nyhavn; da terceira, com o perfil inconfundível de Hans Christian Andersen, que vislumbrei num fim de dia, algures no centro, perto de um restaurante português que servia sardinhas e paelha, quando se me tinham acabado as pilhas e tive de recorrer ao telemóvel:


Copenhaga (Dinamarca), Agosto de 2014
Mas achei particular graça às do Tivoli, personalizadas até ao requinte de haver um modelo especial para o bairro chinês:


Copenhaga (Dinamarca), Agosto de 2014
Fora de Copenhaga, ainda encontrei estas, dignas de nota:


Taastrup (Dinamarca), Agosto de 2014


Helsingør (Dinamarca), Agosto de 2014
As tampas de ontem deram hoje origem, no Facebook, a uma breve conversa sobre as ditas, no decurso da qual descobri como googlar as tampas dinamarquesas, nomeadamente, usando as palavras-chave "dæksel", "brønddæksel" ou "mandehulsdæksel". Foi assim que me apercebi de que, na mancha clara que se vê do lado esquerdo da silhueta de H.C. Andersen, há uma imagem do soldadinho de chumbo, como se pode constatar aqui. E que conheci a tampa comemorativa do segundo centenário do nascimento do autor (por cá, é mais selos de correio e moedas de dois euros). E que soube que Sleipnir, o melhor e mais rápido de todos os cavalos, tinha chegado à China. Foi bom saber que não sou a única pessoa a interessar-se por estas coisas.
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Teresa O
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domingo, março 15, 2015
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| La imagen es un lugar perverso. En ella se detiene todo aquello que ha de irse. La imagen suspende el curso, lo entorpece, nos entorpece. (Chantal Maillard) |