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Portalegre, Junho de 2026



Portalegre, Julho de 2026

Marvão, Julho de 2026
por aqui, por ali e mais além




Portalegre, Junho de 2026



Portalegre, Julho de 2026

Marvão, Julho de 2026
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Teresa O
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sexta-feira, julho 31, 2026
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Etiquetas: Alentejo, Efeitos de luz, Portalegre, Portugal, Vistas da Penha

Marvão, Julho de 2026
Do 12.º Festival Internacional de Música de Marvão, o ensaio geral para a gala de abertura, no pátio do Castelo de Marvão, com a Orquestra de Câmara de Colónia, dirigida pelo maestro Christoph Poppen, e com os solistas Juliane Banse (soprano) e Ruifeng Lin, um extraordinário virtuoso do violino.




E, ainda, um vislumbre do divino, com o Coro de Rapazes da Catedral de Colónia (Kölner Domchor), dirigido pelo maestro Alexander Niehues, na Igreja de Nossa Senhora da Estrela.


Mais aqui e aqui.
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Teresa O
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quarta-feira, julho 29, 2026
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Barcelona (Catalunha, Espanha), Junho de 2026
As paredes de Barcelona exibem inúmeras placas de homenagem a eventos e pessoas que se notabilizaram pelo seu mester ou convicções.

Pere Virgili i Ballvé

Rómulo Gallegos, que, como o mundo é pequeno, foi autor de Doña Bárbara,
romance convertido numa telenovela que marcou a minha infância

Joan Amades i Gelats

Carles Pi i Sunyer

Busto do actor Iscle Soler, da autoria do escultor Pablo Gargallo
(1918)


Andreu Nin

CCCB

Josep Domènech i Estapà
Mas não são só as paredes: também no chão se celebram lojas e equipamentos históricos, em frente à respectiva porta.





Esta última placa, quase a pisei, no campus da Universidade Autónoma de Barcelona, em Bellaterra.

Bellaterra (Barcelona, Catalunha, Espanha), Junho de 2026
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Teresa O
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segunda-feira, julho 27, 2026
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Etiquetas: Colecções, Espanha, Homenagens, Pelas paredes

Salvador (Bahia, Brasil), Agosto de 2025
Construída sobre aterro, no sopé da falha geológica de Salvador, esta antiga quinta consiste num conjunto que integra o Solar do Unhão, a Capela de Nossa Senhora da Conceição, um cais de desembarque privado, fonte, aqueduto, chafariz, senzala, armazéns e um alambique com tanques. Embora situado praticamente dentro da cidade, era um complexo agro-industrial com a estrutura típica de um engenho de açúcar. Foi também um entreposto comercial, de cujo cais era despachado o açúcar produzido em alguns dos engenhos baianos.

O terreno foi doado aos padres beneditinos, em 1584, por Gabriel Soares de Sousa. Em 1690, residiu no local o Desembargador Pedro Unhão Castelo Branco, que vendeu a propriedade, em 1700, a José Pires de Carvalho e Albuquerque, o Velho, que ali estabeleceu morgado, conduzindo a propriedade à sua fase áurea. Com o declínio da economia açucareira, o Solar foi arrendado, período em que passou por um processo de relativo declínio. No início do século XIX, a propriedade pertencia a António Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque, Visconde da Torre de Garcia d'Ávila, sendo utilizada como residência urbana da família.

O Solar é constituído por três pisos: o rés-do-chão ou térreo, o piso nobre, cujo acesso se faz por uma ponte de quatro arcos, e o segundo andar, que foi construído no final do século XIX. Na ponte de acesso ao solar, existem barras de azulejos policromados de ornamentação barroca, produção de Lisboa de 1770/80.

A planta da capela (1794) é típica das igrejas matrizes e de irmandade do começo do século XVIII, apresentando, porém, a particularidade de possuir nave e capela‐mor da mesma largura e altura. Já a fachada, em estilo rococó tardio, data, provavelmente, do século XIX.

O chafariz, do século XVIII, que era originalmente alimentado pelo aqueduto, é uma bela peça barroca em arenito escuro, formado por uma carranca de onde jorra a água, e duas conchas sobrepostas. Também na fonte situada à esquerda da capela existia, até há alguns anos, uma carranca de pedra.

Com o tempo, a quinta foi mudando de vocação. Há relatos de que o alambique ainda funcionava, em 1853. Porém, aí foram instaladas fábricas sucessivas, nomeadamente, de produção de rapé (entre 1816 e 1926), derivados de cacau e manufacturas e oficinas diversas. Em 1928, foi convertida em trapiche, depósito de mercadorias destinadas ao porto de Salvador e de combustíveis. Durante a Segunda Guerra Mundial, serviu de quartel aos fuzileiros navais.


Em 1943, o conjunto foi classificado pelo então Serviço do Património Histórico e Artístico Nacional. Porém, em 1952, esteve em risco de ser dividido pelo traçado da Avenida de Contorno, sendo salvo por um projecto alternativo do engenheiro e arquitecto Diógenes Rebouças. O Solar do Unhão foi, então, adquirido pelo Governo do Estado para sediar o Museu de Arte Moderna da Bahia. Após um trabalho de restauração com projecto da arquitecta Lina Bo Bardi, o MAM foi inaugurado, no Solar, em 1963, oferecendo oito salas de exposição, teatro-auditório, sala de vídeo, biblioteca especializada e banco de dados (visita virtual aqui).

O Solar do Unhão tem uma localização privilegiada, entre pequenas praias, com uma vista espectacular para a Baía de Todos os Santos e a vizinhança do conjunto de casas populares da Gamboa de Baixo, uma pequena favela conhecida como Comunidade do Solar do Unhão.


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Teresa O
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sábado, julho 25, 2026
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Etiquetas: Arqueologia industrial, Brasil, Fontes e chafarizes, Templos



Portalegre, Julho de 2026
O Sexteto de Jazz de Lisboa (Mário Laginha, Mário Barreiros, Tomás Pimentel, Edgar Caramelo, Ricardo Toscano e Francisco Brito), há mais de 40 anos, sempre em grande.
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Teresa O
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quarta-feira, julho 15, 2026
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Etiquetas: Alentejo, Música, Portalegre, Portugal

Barcelona (Catalunha, Espanha), Junho de 2026
(56) Obras de Antoni Gaudí (Espanha)
Foi um saltinho a Barcelona, para mais trabalho do que passeio. A Sagrada Família, só a vi ao longe, e o mais que consegui foi um cheirinho da Casa Milà e da Casa Batlló. Vou ter de voltar, lá terá de ser.


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Teresa O
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domingo, julho 12, 2026
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Etiquetas: Comunicação e Artes, Espanha, Papa-unescos
| La imagen es un lugar perverso. En ella se detiene todo aquello que ha de irse. La imagen suspende el curso, lo entorpece, nos entorpece. (Chantal Maillard) |