Fonte da Quinta das Carvalhinhas




Portalegre, Junho de 2019
por aqui, por ali e mais além




Portalegre, Junho de 2019
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Teresa O
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terça-feira, junho 18, 2019
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Portalegre, Fevereiro de 2019
Homenagem a um herói de outros tempos.


Maio de 2019
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segunda-feira, junho 17, 2019
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Portalegre, Junho de 2019
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domingo, junho 16, 2019
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sábado, junho 15, 2019
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Lisboa, Abril de 2019
Por Dynker, integrado na 3.ª fase do projecto "Reciclar o Olhar" (2011), em Alcântara, na esquina da Rua Luís de Camões com a Rua da Junqueira.
A 3.ª fase do projecto não teve direito a álbum separado, no repositório da GAU, mas surge bem documentada na publicação Galeria de Arte Urbana - 3 anos, páginas 142-151.
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sexta-feira, junho 14, 2019
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quinta-feira, junho 13, 2019
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quarta-feira, junho 12, 2019
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terça-feira, junho 11, 2019
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Portalegre, 24 de Maio de 2019
Em criança, tinha bichos-da-seda. Guardava-os numa caixa de sapatos perfurada e alimentava-os com folhas das amoreiras da rua da escola. Era, sobretudo, uma moda: havia sempre miúdos que os tinham, trocávamo-los entre nós e criávamo-los como animais de estimação, apreciávamos a maciez das lagartas brancas, contávamos-lhes as riscas pretas, víamo-las construir os casulos de seda, e pronto. Durante uns dias, quase nos esquecíamos dos bichos, bastava uma observação diária, até à saída da mariposa, esbranquiçada e desinteressante, que depressa morria. Findo este ciclo, invariavelmente, e por intervenção materna, acabava tudo no lixo.
Hoje, se quisesse, nem saberia onde arranjar bichos-da-seda, nem tinha já paciência para procurar amoreiras. Porém, virtude da agricultura biológica, de vez em quando encontramos lagartas nas verduras e começamos novo projecto de ciências.
Desta vez, couberam-nos em sorte duas ou três larvas de borboleta-da-hortelã, com cerca de 1 centímetro e pintas pretas sobre fundo verde. Guardámo-las num recipiente, com folhas de hortelã que íamos adicionando diariamente. Doze dias depois, surgiu a primeira mariposa:



5 de Junho de 2019
Quatro dias depois, mais uma:



9 de Junho de 2019
Após aturado estudo, considero que devo classificá-las como exemplares de Pyrausta aurata (Scopoli, 1763), mas não o juro, que eu sou uma entomologista muito amadora, e também o podem ser de Pyrausta purpuralis (Linnaeus, 1758). Seja como for, são bonitas.
Na última imagem, a bichinha está já no exterior, que é o destino que dou a todas, no caso, pousada num dos meus jacarandás (é uma longa história).
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segunda-feira, junho 10, 2019
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Portalegre, Junho de 2019
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quarta-feira, junho 05, 2019
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| La imagen es un lugar perverso. En ella se detiene todo aquello que ha de irse. La imagen suspende el curso, lo entorpece, nos entorpece. (Chantal Maillard) |