Fonte da Portagem
Portagem (Marvão), Março de 2017
por aqui, por ali e mais além
Portagem (Marvão), Março de 2017
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Teresa O
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sexta-feira, março 24, 2017
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Paris (França), Julho de 1989
Não que ainda haja muito a dizer sobre a minha primeira viagem a Paris, de que já falei aqui e mostrei fotos aqui e aqui, mas encontrei mais estas e achei por bem pô-las a salvo. Se bem me lembro, foi nesta viagem que comecei a disparar à minha volta e, se a maioria dos registos fotográficos que fiz ainda eram pessoais, lá havia um ou outro que tinham como objectivo qualquer coisa que me tinha chamado a atenção e que eu queria mostrar no regresso a casa. A verdade é que de muitas das pessoas fotografadas já nem o nome recordo, enquanto os objectos e locais ainda os consigo situar muito bem.
Por exemplo, a primeira foto foi tirada do segundo andar da Torre Eiffel, na direcção do Campo de Marte, com a Torre Montparnasse ao fundo. Mais bonita seria a vista do topo, mas, como aqui expliquei, havia demasiado vento e demasiados turistas para que a subida pudesse ser garantida a todos em condições de segurança: quando chegou a nossa vez, fomos barrados e tivemos de nos contentar com a panorâmica do segundo andar. Passei mais vezes pela Torre Eiffel, cheguei a marcar lá um ponto de encontro, mas nunca mais tive a tentação de subir.

Um dia, a ir ou a vir do Panteão, enfiei a cabeça na esquina da Rue Soufflot com a Rue Saint-Jacques, aqui. Não sei o que me chamou a atenção, lembro-me só de que gostei da rua, que a achei muito parisiense, seja lá isso o que for, e que queria mostrá-la em casa, para a malta ver como é o estrangeiro. Hoje, gosto mais de ver como eram os automóveis, as roupas e os penteados da época.

Outra coisa que me surpreendeu foi uma estação de metro à superfície. Note-se que naquele tempo o Metro de Lisboa ainda só tinha duas linhas ("Rotunda. Este comboio destina-se a Sete Rios.") e todas as estações eram subterrâneas e escuras, pelo que achei graça a uma estação suspensa sobre a água, com paredes em vidro e a cidade à vista. No caso, é a estação Bastille da linha 1, sobre o Porto do Arsenal, aqui.
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Teresa O
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quinta-feira, março 23, 2017
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Portalegre, Dezembro de 2016
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Teresa O
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quarta-feira, março 22, 2017
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Amadora, Fevereiro de 2017
Amadora, Agosto de 2016
Vestígios de uma Amadora que teima em desaparecer. Tento agarrá-los, enquanto é tempo (estas já foram).
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Teresa O
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terça-feira, março 21, 2017
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Companhia de Seguros A Colonial, Portalegre, Março de 2017
Ultramarina - Companhia de Seguros, Portalegre, Março de 2017
Companhia de Seguros Garantia, Portalegre, Março de 2017
Companhia Geral de Seguros Probidade, Portalegre, Fevereiro de 2017
Latina - Companhia de Seguros Luso-Fluminense, Portalegre, Fevereiro de 2017
A Pátria - Sociedade Alentejana de Seguros, Portalegre, Fevereiro de 2017
Portugal Previdente - Companhia de Seguros, Portalegre, Fevereiro de 2017
Companhia de Seguros Portugal Previdente, Portalegre, Fevereiro de 2017
Íris - Companhia de Seguros, Portalegre, Fevereiro de 2017
Tagus - Companhia de Seguros, Portalegre, Fevereiro de 2017
Lista exaustiva de companhias seguradoras portuguesas e sua cronologia, aqui.
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Teresa O
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segunda-feira, março 20, 2017
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Portalegre, Março de 2017
Portalegre, Fevereiro de 2017
Portalegre, Fevereiro de 2017
Portalegre, Março de 2017
Portagem (Marvão), Março de 2017
Portalegre, Março de 2017
Portalegre, Março de 2017
Portalegre, Março de 2017
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domingo, março 19, 2017
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Castelo de Vide, Março de 2017
Há precisamente duas semanas, estava assim, mas também assim e assim:
Nunca me canso deste espanto.
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Teresa O
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sábado, março 18, 2017
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Portalegre, Março de 2017
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Teresa O
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sexta-feira, março 17, 2017
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Campo Maior, Setembro de 2000
No início de Setembro, antes de rumarmos à Costa Alentejana, passámos por Campo Maior. Começámos por visitar o Museu do Café (hoje integrado no Centro de Ciência do Café) e seguimos depois para a vila, onde tinham lugar as Festas do Povo. Gostámos muito, pois claro, porque não há como não gostar ou não admirar todo aquele trabalho.
Já fui mais vezes a Campo Maior, passo por lá frequentemente, a caminho de Badajoz, mas nunca mais visitei as Festas do Povo, que, geralmente, têm lugar em Agosto, quando me encontro ausente do Alentejo. Vou esperar pela próxima edição, talvez então.
Já agora, o Castelo de Campo Maior foi classificado como Monumento Nacional por decreto de 1911 do Governo Provisório da República, assinado há, precisamente, 106 anos, cumpridos ontem. Em Fevereiro de 2011, explorei melhor o castelo, de que aqui hei-de falar melhor, assim como do pelourinho, também classificado como Monumento Nacional, pelo muito abrangente decreto régio de Junho de 1910.
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Teresa O
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quinta-feira, março 16, 2017
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Quinta do Pomarinho (Castelo de Vide), Março de 2017
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Teresa O
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quarta-feira, março 15, 2017
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| La imagen es un lugar perverso. En ella se detiene todo aquello que ha de irse. La imagen suspende el curso, lo entorpece, nos entorpece. (Chantal Maillard) |