Novembro

10 de Novembro de 2007, Vaiamonte
20 de Novembro de 2007, Portalegre
por aqui, por ali e mais além

10 de Novembro de 2007, Vaiamonte
20 de Novembro de 2007, Portalegre
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Teresa O
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terça-feira, dezembro 18, 2007
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Etiquetas: Alentejo, Portalegre, Portugal

Parque das Nações, Lisboa
Feriados. Já nem me lembro quantos houve este ano, nem como os aproveitei. Insisto, teimosamente, em esquecer que o próximo mês só tem cerca de quinze dias de trabalho e que traz um dos períodos de interrupção lectiva (vulgo férias) mais ansiados e merecidos do ano. Relevante, a crueldade de um calendário que dissolve dois dias de santo descanso em idêntico número de fins-de-semana anónimos, sem história, aposto que com chuva.
O último ainda o recordo mais risonho, uma quinta-feira de sol a justificar um fim-de-semana prolongado. Aproveitei-o para explorar o Pavilhão do Conhecimento, um espaço que ainda não me tinha chamado suficientemente a atenção. Foi precisa a ênfase publicitária a cheiros e ruídos nojentos, e lá fui eu, confirmar com os meus próprios sentidos.
Mais palavras para quê, o Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva apresenta-se a si mesmo como "um museu interactivo de ciência e tecnologia que visa tornar a Ciência mais acessível para todos, estimulando a exploração do mundo físico e a experimentação".
A exposição temporária Knojo! A Ciência Indiscreta do Corpo Humano é a nova atracção para crianças mais e menos pequenas. Aproveitei a hora de almoço, do que não me arrependo nada: cerca das 16 horas eram muitas dezenas as pessoas à espera para entrar, pelo que imagino que a possibilidade de experimentação acabasse frustrada. O módulo dos maus cheiros foi o que mais me marcou, e mais não digo.
As exposições permanentes são, porém, ainda mais marcadas pelo fascínio da descoberta e da experimentação. Explora, Vê, Faz, Aprende! e Matemática Viva brindam-nos com elipses e camas de faquir, caleidoscópios e espectros de luz, hologramas, resistências, parábolas, sons e mil e uma razões para nos perdermos no tempo e na nossa própria curiosidade. E o reencontro com o enigma favorito do meu avô, o dos cavaleiros que eu nunca tinha conseguido sentar nas respectivas montadas, que, como todos os enigmas realmente interessantes, tem uma solução demasiado simples para parecer séria.
Ainda a exposição temporária A Física no Dia-a-Dia - O Livro Vivo de Rómulo de Carvalho com as suas 73 experiências ao alcance do povo, como pretendia o autor.
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Teresa O
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terça-feira, novembro 20, 2007
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Etiquetas: Área Metropolitana de Lisboa, Comunicação e Artes, Lisboa, Portugal

Do lado de lá, Bacoco
Do lado de cá, Alegrete
Alegrete
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Teresa O
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segunda-feira, novembro 12, 2007
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Teresa O
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segunda-feira, novembro 05, 2007
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Etiquetas: Alentejo, Árvores, Portalegre, Portugal, Vistas da Penha

28 de Outubro de 2007, São Salvador da Aramenha
28 de Outubro de 2007, São Julião
28 de Outubro de 2007, São Julião, Marvão ao fundo
5 de Outubro de 2007, Casa das Carpas, Olhos d'Água - São Salvador da Aramenha
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Teresa O
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quarta-feira, outubro 31, 2007
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Desta vez no sábado, pela barragem de Póvoa e Meadas.
Fonte Fria

Chafurdão do Vale de Cales (mais sobre chafurdões, aqui)

Barragem da Póvoa, Castelo de Vide ao fundo
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Teresa O
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sábado, outubro 27, 2007
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Teresa O
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sábado, outubro 13, 2007
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Etiquetas: Efeitos de luz, Portugal

Terminou, no último fim-de-semana, em Marvão, a 2ª edição do Festival Islâmico que relembra a fundação de Badajoz e de Marvão, respectivamente, em 875 e 877, por Ibn Marwan.
Abd'Al Rahman Ibn Muhammad Ibn Marwan Ibn Yunus Al Djillîqî (algo como Abderramão filho de Maomé filho de Marvão filho de João o Galego), de seu nome completíssimo, conhecido por Ibn Marwan (ou Ibn Maruán), o Galego, foi um muladi sufista que, no último quartel do século IX, se rebelou contra o emir de Córdova, tendo criado o seu próprio reino, com capital em Badajoz. Reza a história que a Fortaleza de Amaia, também conhecida, no século X, como Amaia de Ibn Maruán (e, posteriormente, como Marvão, apenas), lhe servia de refúgio estratégico, sempre que não se sentia seguro na sua capital.
A fundação (Al Mossassa) das duas localidades foi celebrada em dois momentos distintos, em Badajoz e Marvão, com eventos vários, como conferências, animação de rua, comércio tradicional medieval das culturas co-existentes ("Mercado das 3 Culturas"), exibições e workshop de dança do ventre, espectáculos de serpentes e de falcoaria, actividades para crianças, passeios de burro, animais exóticos e da quinta, artesanato de cariz islâmico, comidas, bebidas e música.
Momentos e ambiências agradáveis, ainda para mais com o tempo a ajudar.
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Teresa O
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quarta-feira, outubro 10, 2007
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Etiquetas: Alentejo, Animais, Castelos, Monumento Nacional, Portugal
| La imagen es un lugar perverso. En ella se detiene todo aquello que ha de irse. La imagen suspende el curso, lo entorpece, nos entorpece. (Chantal Maillard) |